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Montemor-o-Velho: Ponte militar de Lavariz reaberta à circulação

Já se circula na ponte militar instalada na Lavariz, freguesia da Carapinheira, revelou o município de Montemor-o-Velho. O trânsito esteve cortado esta manhã para trabalhos de manutenção da ponte militar.


A intervenção, realizada por militares do Regimento de Engenharia n.º 1, do Exército Português, veio retificar e corrigir os assentamentos diferenciais verificados na ponte, promovendo uma maior segurança e conforto na circulação.

Com 27 metros de comprimento e 5,5 metros de largura, a ponte militar instalada na Lavariz permite a circulação alternada e em segurança de viaturas até 35 toneladas.


Recorde-se que o Município de Montemor-o-Velho promoveu a instalação da ponte militar por forma a proporcionar uma solução temporária de mobilidade rodoviária até que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) construa a nova obra de arte projetada para substituir o Pontão encerrado devido a graves problemas estruturais.

Teatro amador este fim de semana em quatro salas de Cantanhede

Depois do arranque, a 4 de fevereiro, com o musical Amália, Dona de Si, que levou centenas de pessoas ao Multiusos de Febres, são quatro as estreias do próximo fim de semana no âmbito do XXIII Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede, neste caso com espetáculos nas localidades onde estão sedeados os grupos cénicos.

No sábado, 11 de fevereiro, às 21h30, o Grupo de Teatro da Associação Cultural e Desportiva do Casal apresenta na sua sede, na freguesia de Cadima, três peças de Manuel Silva Barreto, que vão desde o drama à comédia, passando ainda pela música.

O drama “Cancro, Fé e Humor” retrata a história do autor quando confrontado com a notícia de que tinha um cancro no cólon e também nos pulmões, o que o obrigaria a fazer uma cirurgia e tratamentos devidos.

Como é pessoa de fé e de bom humor, resolveu utilizar essas duas ferramentas como forma de ultrapassar o grave problema que tinha pela frente e ajudar as pessoas que com ele contactassem a sentir também essa energia positiva.

Já a comédia “Divisão Impossível” revela como os desentendimentos na divisão da herança são ainda uma realidade na nossa sociedade.

“Cortar na Casaca” proporciona um momento musical que, através da sátira e do bom humor, fala de temáticas do dia-a-dia das localidades da freguesia de Cadima, bem como da sociedade portuguesa atual.

Também no sábado, à mesma hora, o Grupo de Teatro Amador da Tocha da Associação Recreativa e Cultural 1.º de Maio apresenta na sua sede “A Mulher sem pecado”, de Nelson Rodrigues, cuja história se desenrola em torno do excessivo e patológico ciúme que um homem sente pela segunda esposa. A sua paralisia inventada e a perseguição obsessiva acabam por piorar a relação.

À mesma hora, em Vila Nova de Outil, mais concretamente na sede do Clube União Vilanovense, o Grupo Cénico do Clube União Vilanovense leva a palco a peça “O raio é que vai”, uma adaptação da obra de Laurent Baffie, que reúne em palco um taxista, um reformado, uma técnica de laboratório e uma dona de casa. Quatro desconhecidos sem qualquer ligação que se encontram no consultório psiquiátrico de um conceituado médico com uma taxa de sucesso de cura dos seus pacientes de 100% e acabam por perceber que têm muito em comum.

A terminar a jornada de sábado do Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede, o grupo Pequenas Vozes de Febres leva ao palco do Multiusos de Febres, a partir das 21h30, uma adaptação do musical da Disney, Rei Leão. “Sambi” é um filho divertido e brincalhão, travesso e despreocupado, que quando perde o pai é acusado da sua morte, pelo seu tio, que é ambicioso e oportunista. Então, tem de fugir e mais tarde tem de fazer uma escolha: voltar e fazer justiça ou abandonar os seus amigos e familiares.

O XXIII Ciclo de Teatro Amador de Cantanhede decorre até abril e levará 17 grupos e mais de 300 atores a diversos palcos do concelho.

“Faz o que o teu coração pede.” Fátima Lopes apresenta novo livro na Mealhada

A apresentadora de televisão e escritora Fátima Lopes é a convidada da rubrica “Palavra de autor: ciclo de conversas com escritores”, dia 15 de fevereiro, pelas 17h30. A autora apresentará o seu último livro “Faz o que o teu coração pede”.

Fátima Lopes participa neste encontro com os leitores com duplo propósito: por um lado, a apresentação do seu último livro “Faz o que o teu coração pede”, por outro, a partilha de experiências e vivências com os seus leitores, fazendo jus às suas notáveis capacidades de comunicadora. O encontro, que resulta de uma parceria com a loja CTT Mealhada, conta ainda com a moderação de Miguel Midões, jornalista e docente universitário.

Fátima Lopes é conhecida do grande público como apresentadora de televisão, tendo-se estreado- na SIC, em 1994, passando, mais tarde, para a TVI e regressando, depois, à SIC. Define-se como comunicadora. Este seu último livro “é uma história inspiradora de amor e fé, que nos mostra a urgência de fazer o que o coração nos pede”.

“Faz o que o teu coração pede” é o último livro da autora que conta já outras oito publicações, entre as quais “Fátima – o meu caminho, a minha fé”, “Encontrei o amor onde menos esperava” ou Viver a vida a amar”.

“Palavra de Autor: ciclo de conversas com escritores” é uma iniciativa bimensal, promovida pela Biblioteca Municipal da Mealhada, que visa proporcionar aos leitores momentos de aproximação e convívio com escritores portugueses. Nesta já participaram autores como José Milhazes, Rodrigo Guedes de Carvalho e Pedro Chagas Freitas.

Veiculo ligeiro de passageiros caiu ao Rio Águeda

Um veículo ligeiro de passageiros, que esta noite circulava na EN333, sentido Recardães-Águeda, entrou em despiste à entrada da ponte do Ribeirinho, derrubou o gradeamento da estrutura do lado oposto e caiu no leito do Rio Águeda, junto à margem esquerda, nas proximidades do antigo Centro de Canoagem. Quando os bombeiros e a GNR chegaram ao local, já o condutor do veículo (está por confirmar que seja residente no concelho) não se encontrava no local, não se sabendo se sofreu ferimentos na sequência da queda de vários metros.

Rony Lopes analisa chegada de Roberto Martínez: “Vai ser interessante…”

Avançado do Troyes não esconde a vontade de voltar a vestir as cores nacionais.

Rony Lopes, jogador do Troyes, concedeu, esta terça-feira, uma extensa entrevista à Eleven Sports, na qual deu a sua opinião sobre a chegada de Roberto Martínez para o cargo de selecionador nacional.

“Vai ser algo diferente. Um treinador espanhol na seleção portuguesa. Deve vir com novas ideias. Vai ser interessante”, confessou Rony Lopes, que não escondeu a vontade de voltar a vestir as cores nacionais.

“Tenho muita vontade de voltar a vestir a camisola e voltar a representar o meu país. Estou com muita vontade de voltar a vestir a camisola da seleção. Um dos meus objetivos passa por voltar à seleção e por fazer uma boa época. Fazendo uma boa época, as pessoas já conhecem o meu nome. Não vou baixar os braços e sinto que posso voltar a outro patamar no futebol”, acrescentou.

Rony Lopes analisou ainda a temporada que tem feito ao serviço do Troyes, ele que leva quatro golos e cinco assistências pelos franceses.

“Está a correr bem, sinto-me feliz. É uma nova experiência. Um clube com grandes ambições, com o grupo City por trás. É uma cidade muito tranquila. Vivo com a minha namorada, estou bem e estou feliz”, atirou o internacional luso, que explicou ainda o bom momento de forma.

“Tem a ver com a confiança que me deram. Senti que me iam dar importância na equipa. E tenho jogado regularmente. Quando há essa sequência de jogos, o rendimento é melhor. Sinto-me bem fisicamente, ajuda a render. Também a tranquilidade na minha vida”, finalizou Rony Lopes.

Académico Viseu-FC Porto: Dragão procura ‘calçar as meias’ com nota 20

O duelo no Fontelo tem início às 20h45.

Académico Viseu e FC Porto defrontam-se, esta quarta-feira, a partir das 20h45, no Estádio do Fontelo, num duelo relativo aos quartos de final da Taça de Portugal.

A formação da cidade do Viriato chega a esta fase da prova, após deixar para trás Fabril do Barreiro, Oriental, Camacha e Beira-Mar, já os dragões eliminaram nas rondas anteriores Anadia, Mafra e Arouca.

Recordar que a 25 de janeiro as duas equipas defrontaram-se para as meias-finais da Taça da Liga, com o FC Porto a suplantar o Académico de Viseu por 3-0. Dar conta ainda que os azuis e brancos já encarrilam 19 jogos oficiais consecutivos sem conhecer o sabor da derrota e procuram no Fontelo obter a ‘nota 20’.

O vencedor deste encontro medirá forças, posteriormente, nas meias-finais, com quem levar a melhor no duelo entre Famalicão e B SAD.

Câmara de Lamego reduz tarifas dos transportes públicos

A Câmara Municipal de Lamego iniciou o novo ano com uma redução das tarifas aplicadas nos transportes públicos do concelho, de, em média, 45% nas carreiras municipais e de 15% no Verdinho. “Queremos que um número maior de pessoas utilize os nossos transportes coletivos e queremos, sobretudo, aliviar os encargos que as famílias lamecenses têm com este serviço. Vivemos uma situação económica muito difícil, com a inflação em valores muito altos, e sentimos que é necessário dar este sinal de apoio aos lamecenses”, explica o Presidente Francisco Lopes.

Nos próximos meses, a autarquia pretende implementar outras melhorias no serviço público, conforme ocorreu recentemente com a entrada em circulação da primeira viatura cem por cento elétrica do Verdinho e do transporte experimental, a pedido, no Lugar das Dornas.
Passa a vigorar um preço fixo de 0,90€ nas linhas municipais. Anteriormente, no Verdinho alguns valores chegavam a superar os 3 euros. O valor do passe mensal do Verdinho também diminuiu de 17,95€ para 15€.

Associação Música Portuguesa a Gostar Dela Própria terá espaço físico

CURA é o nome dado ao espaço físico que a Associação A Música Portuguesa a Gostar Dela própria vai inaugurar em março, no concelho da Lousã, e que serve para celebrar 100 anos de tradição oral portuguesa.


“CURA é o nome que vamos dar ao espaço físico da Associação A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, resultante de uma candidatura à Operação Renovação de Aldeias. CURA significa a ação do tempo e celebra todo o nosso trabalho de registo audiovisual da memória coletiva portuguesa, dos últimos 100 anos”, explicou Tiago Pereira, fundador da associação.

Com sede em Serpins, no concelho da Lousã (distrito de Coimbra), o espaço físico d´A Música Portuguesa a Gostar Dela própria – que vem gravando, desde 2011, canções, músicas, práticas religiosas, artesãos, histórias de vida, sempre na primeira pessoa a cidadãos que nasceram entre 1920 a 1990 -, será inaugurado em 25 de março.

“Com mais de 7.000 vídeos que podem ser agora vistos e ouvidos no mesmo espaço, em Serpins, colocamos todo o mapa de Portugal nesta pequena vila do concelho da Lousã. Onde estamos à mesma distância do Algarve e de Trás-os-Montes”, indicou, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Aqui nascerá uma “Tasca Digital”, um espaço com chão de azulejo, um balcão, mesas de taberna e uma mesa digital interativa, onde se pode assistir aos vídeos do espólio da associação, enquanto se provam vinhos e queijos de várias regiões, “permitindo uma fruição e um conhecimento interativo do país”.

Já o espaço multifunções será equipado com sistema de som e projetor de vídeo, onde se poderão assistir a filmes, debates, espetáculos de música ou de dança, bem como participar em oficinas.

De acordo com A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, este espaço físico vai permitir “o contacto com o outro lado menos visível da associação, as suas edições, uma revista semestral, Serpins Magazine, que pode ser lida e adquirida, tal como os mapas ilustrados por diversos ilustradores”.

Vai possibilitar também o contacto com “os discos editados e produzidos por Tiago Pereira, “TOMO 1” de Sílvio Rosado e em breve “O Bombo” do percussionista Tiago Sami Pereira, ou ainda os documentários realizados e produzidos, As memórias da Mina da Panasqueira ou as Polifonias de Arouca, a Música Invisível sobre a música cigana em Portugal e muitos mais”.

CURA tem o apoio da Fundação Inatel, da Junta de Freguesia de Serpins e da Câmara Municipal da Lousã.

Para a sua inauguração, foi agendado um programa de três dias, de 24 a 26 de março, onde se destaca uma Parada Musical, com mais de 300 músicos de todo o país (dia 25 de março).

Bonifrates, de Coimbra, adapta ao teatro ‘As intermitências da morte’

A Cooperativa Bonifrates estreia, a 14 de fevereiro, em Coimbra, a peça de teatro “As intermitências da morte”, baseada no romance de José Saramago, anunciou hoje aquela companhia.

Com adaptação teatral de João Maria André e encenação de João Paulo Janicas, o espetáculo, financiado pela Câmara de Coimbra, estará no palco do Teatro Estúdio Bonifrates (Casa Municipal da Cultura), a 14, 16, 22, 24 e 28 de fevereiro, sempre às 21:30, afirmou a companhia, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

“Em ‘As intermitências da morte’, Saramago apresenta-nos um impreciso país em que a morte deixa de matar. Obviamente, as estruturas da sociedade, da economia, de toda a cultura são abaladas e têm de enfrentar a inédita situação”, afirmou o encenador da peça, citado na nota de imprensa.

Segundo João Paulo Janicas, “a encenação é atravessada por estas ideias fortes: a realidade, a aparência, a metamorfose — isso que a televisão se especializou em servir-nos em tela e tapume, como a luz aos prisioneiros na caverna de Platão”.

A peça conta com cenografia de José Tavares, figurinos de Cristina Janicas, desenho de luz e vídeo de Nuno Patinho, cartaz de Ana Biscaia e fotografias de Tiago Mota, além de um elenco constituído por Alexandra Silva, Beatriz Ferreira, Carla Mariana Pinto, Cristina Janicas, Francisco Paz, João Maria André, João Damasceno, José Castela, José Manuel Carvalho, Maria José Almeida, Maria Manuel Almeida, Mariana Abrunheiro, Paula Santos, Rui Almeida e Vítor Carvalho

A temporada da peça será acompanhada de um conjunto de atividades paralelas, como um ciclo de filmes sobre o tempo e a morte, uma “jornada” sobre o teatro de Saramago e uma conferência sobre a arte e a morte.

Há 2 novos monumentos nacionais. Um fica em Viseu, o outro em Portalegre

Os diplomas já tinham sido aprovados em Conselho de Ministros no mês passado, tendo agora tido ‘luz verde’ do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa.

Há dois novos monumentos nacionais a partir desde a passada terça-feira, de acordo com a informação publicada em Diário da República.

De acordo com os decretos tornados públicos, os novos monumentos são o Mosteiro de Santo Sepulcro, em Penalva do Castelo, e do Terreiro da Batalha dos Atoleiros, em Fronteira, distritos de Viseu e Portalegre, respetivamente.

“A fundação do Mosteiro do Santo Sepulcro, o primeiro da Península Ibérica desta ordem canónica e militar, remonta ao início da nacionalidade. O mosteiro e a povoação cresceram durante algumas centúrias, até ao início do seu período de decadência, que culminou com a sua transformação em casa particular após a extinção das ordens religiosas”, refere o documento, no qual também é apontado que esta distinção se trata de uma reclassificação, já que foi primeiramente nomeado como monumento de interesse nacional.

Já o Terreiro da Batalha dos Atoleiros, e o desfecho da batalha que lá se travou, entre Sousel e Fronteira, são pontos importantes nesta classificação. “Veio reforçar as pretensões do Mestre de Avis e a defesa da independência portuguesa, afirmando igualmente, e pela primeira vez na Península Ibérica, as possibilidades da infantaria, ou da ‘batalha de pé em terra’.

No decreto é ainda referido que existem agora evidências arqueológicas do “episódio bélico”, que ocorreu em 1384, entre Portugal e Castela, e que foi “de grande significado” na crise dinástica que se gerou após a morte de D. Fernando I.

Esta classificação já tinha sido aprovada no mês passado em Conselho de Ministros, tendo obtido agora ‘luz verde’ do Presidente da República.

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