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Núcleo Regional do Centro da LPCC a realizar Rastreios de Cancro da Mama na região

O Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (NRC.LPCC) encontra-se a realizar Rastreios de Cancro da Mama na Região Centro e lança o apelo para queas utentes dos concelhos abrangidos, com idade compreendida entre os 50 e os 69 anos, participem.

As Unidades Móveis de Mamografia Digital encontram-se em: Góis (até 6 de fevereiro); Lousã (até 1 de fevereiro); Coimbra – Santa Clara (até março); Ovar, (até abril); Tondela (até março); Castelo Branco (até março); Vila Nova de Poiares (até 10 fevereiro) e Aveiro (até maio).

As mulheres com inscrição atualizada no Centro de Saúde recebem uma carta-convite com a indicação da data e hora de realização do exame. Constata-se, por diversas vezes, que muitas das faltas existentes ao rastreio são devido à desatualização dos dados de morada nos registos dos Centros de Saúde, motivo pelo qual a LPCC apela, igualmente, à atualização dos mesmos. 

Recorde-se que o exame mamográfico deve ser repetido de dois em dois anos de forma a garantir uma prevenção eficaz. No último Programa de Rastreio de Cancro da Mama promovido pela NRC.LPCC neste concelho, em 2020, a taxa de participação rondou os 70%, ou seja, das 1821 mulheres convocadas, 1270 foram rastreadas e destas 48 (3,78%) passaram à aferição das quais, por sua vez, 13 foram encaminhadas para unidades hospitalares.

As Unidades Móveis de Mamografia Digital funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 13h30 às 17h00. Para marcações ou informações adicionais, deve contactar-se o Centro de Coordenação do Rastreio através do telefone 239 487 495/6 ou do email rcmama.nrc@ligacontracancro.pt

Município de Ílhavo entrega 30 galardões Eco-Escolas e revela projeto-piloto de recolha de Biorresíduos 

Amanhã, às 18h, decorre a cerimónia de entrega das Bandeiras Verdes Eco-Escolas, na Casa da Cultura de Ílhavo.  

A atribuição da Bandeira Verde – Galardão Eco-Escolas – resulta do desenvolvimento de um programa de educação ambiental, que valoriza o exercício de uma cidadania ativa e a adoção de ações concretas, na escola e na comunidade, a favor do ambiente.  

No ano letivo 2021/2022, o Município de Ílhavo voltou a colocar as Eco-Escolas num patamar de excelência: 30 Eco-Escolas galardoadas (mais uma que o ano passado) em 31 inscritas (entre estabelecimentos de ensino e instituições) pelas suas boas práticas ambientais. 

Este resultado contribui para o Município de Ílhavo renovar o estatuto de Eco Município, pelo sexto ano consecutivo.  

Unidos por uma política de educação ambiental, o Município e as comunidades escolares dão passos diários no desenvolvimento de cidadãos conscientes e comprometidos na defesa do planeta e na construção de um futuro sustentável para todos, fundamental para os grandes desafios que, também nesta área, se avizinham.  

Na cerimónia de entrega das Bandeiras Verdes Eco-Escolas 2023, para além da presença dos galardoados, destaque para a participação do grupo Crassh e de Catarina Semedo, jovem repórter do Ambiente que recentemente representou o país na 27.ª Conferência do Clima da Organização Nações Unidas. 

Nesta ocasião, o Município de Ílhavo apresentará o projeto piloto de recolha de biorresíduos que irá implementar.   

O Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, João Campolargo, abrirá a cerimónia. 

Programa:  

18h00 Boas-vindas  

“Momento Cultural”, CRASSH  

“A política ambiental municipal: o que se segue”, João Campolargo, Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo 

18h15 Entrega das Bandeiras Verdes Eco-Escolas  

18h45 Encerramento 

“Momento Cultural”, grupo Crassh  

IPSS galardoadas:  

  • Centro Paroquial de Ílhavo;  
  • Obra da Providência da Gafanha da Nazaré;  
  • CASCI;  
  • Santa Casa da Misericórdia;  
  • Centro Social e Paroquial da Gafanha da Encarnação. 

Eco-Escolas galardoadas: 

  • Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 1 de Ílhavo;  
  • Centro Escolar da Coutada;  
  • Escola Básica do 1.º Ciclo e Jardim de Infância da Chousa Velha;  
  • Escola Básica do 1. º Ciclo e Jardim de Infância da Gafanha de Aquém;  
  • Centro Escolar da Senhora do Pranto;  
  • Centro Escolar de Vale de Ílhavo;  
  • Centro Escolar da Légua;  
  • EB1 Farol da Barra;  
  • Escola Básica do 1º Ciclo e Jardim de Infância da Chave;  
  • Centro Escolar Santa Maria Manuela;  
  • Escola Básica do 1.º Ciclo e Jardim de Infância da Marinha Velha;  
  • EB1 da Cale da Vila;  
  • Escola Básica do 1.º Ciclo e Jardim de Infância da Cambeia;  
  • Escola Básica da Gafanha da Encarnação Norte (que engloba 1.º Ciclo e Jardim-de-Infância);  
  • Escola Básica da Gafanha da Encarnação Sul (que engloba 1.º Ciclo e Jardim-de-Infância);  
  • Jardim de Infância da Gafanha da Encarnação Centro;  
  • Escola Básica do 1.º Ciclo da Gafanha da Encarnação Centro;  
  • Escola Básica da Gafanha do Carmo;  
  • Jardim de Infância da Gafanha do Carmo;  
  • Escola Básica do 1.º Ciclo da Costa Nova;  
  • Escola EB 2,3 José Ferreira Pinto Basto de Ílhavo;  
  • Escola EB 2,3 da Gafanha da Nazaré;  
  • Escola EB 2,3 da Gafanha da Encarnação;  
  • Escola Secundária de Ílhavo Dr. João Celestino Gomes;  
  • Escola Secundária da Gafanha da Nazaré.  

Justiça decide não levar a julgamento presidente da Junta da Glória

O Juízo de Instrução Criminal de Aveiro decidiu não levar a julgamento o presidente da Junta da Glória e um funcionário municipal, num caso relacionado com a tomada de posse do jazigo com os restos mortais de Silva Rocha.

Em declarações hoje à Lusa, o advogado dos arguidos, Francisco Granjeia, revelou que o despacho de não pronúncia foi proferido a 10 de janeiro.

A abertura de instrução, fase que procede a decisão de enviar ou não o caso para julgamento, tinha sido pedida pelas bisnetas do arquiteto Silva Rocha, depois de o Ministério Público ter arquivado um inquérito sobre esta matéria.

Em causa estavam crimes de profanação de cadáver ou lugar fúnebre, falsificação de documento e abuso de poder ou prevaricação.

“Nenhum dos crimes prosseguiu. A decisão instrutória veio reiterar aquilo que os arguidos sempre defenderam que tinham agido corretamente”, comentou o advogado Francisco Granjeia.

O caso remonta a 2013, quando a Junta da Glória tomou posse do jazigo n.º 32, localizado no Cemitério Central de Aveiro, onde se encontravam os restos mortais de Silva Rocha e de alguns familiares, que foram colocados numa sepultura de terra, para posterior venda em hasta pública.

Os familiares do arquiteto, que, entre outros projetos, foi o responsável pela Casa Mário Pessoa, atual Museu de Arte Nova de Aveiro, contestavam a legalidade do procedimento administrativo levado a cabo pela autarquia, devido a formalismos que teriam sido “mal cumpridos”.

No entanto, o advogado dos arguidos nega qualquer ilegalidade em todo o processo.

“O procedimento foi todo cumprido regularmente. Os prazos legais foram respeitados e a Junta só deliberou tomar posse do imóvel em março de 2013, um ano e meio após ter sido publicado o primeiro edital para o efeito”, explicou.

O advogado realçou ainda que foi afixado no próprio jazigo o “dístico de abandonado”, solicitando a comparência dos familiares na Junta, sem ter obtido qualquer resposta.

Além deste processo, está a correr uma outra ação no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro tendo em vista a impugnação do procedimento administrativo que culminou com a tomada de posse do jazigo.

Município de Leiria reivindica construção de um novo Palácio da Justiça

O Município de Leiria aprovou hoje uma monção, apresentada pelo presidente da Câmara, que exige a construção de um novo Palácio da Justiça, “com a máxima urgência”, afirmando que existem terrenos identificados para a sua edificação.

Durante a apresentação da moção, Gonçalo Lopes (PS) considerou que o Ministério da Justiça “deve proceder à intervenção reclamada com a máxima urgência, definindo-se uma calendarização deste investimento e a sua posterior concretização, não deixando cair no esquecimento os muitos apelos realizados nos últimos anos”.

“Reivindicamos a construção de um novo Palácio da Justiça, num curto prazo, estando o Município de Leiria disponível para colaborar, dentro da sua esfera de competências, para a concretização deste projeto tão importante para Leiria”, sublinhou o autarca.

A moção, que será entregue à ministra da Justiça, reforça que é “urgente a criação de uma ‘Cidade Judiciária’, um espaço dedicado à Justiça em Leiria, com a construção de um novo Palácio da Justiça e um complexo de edifícios concentrado que agregue, num só espaço físico, moderno, amplo e multifuncional, os serviços dispersos”.

“Este cenário possibilitaria a concentração dos serviços, de forma sustentável, em edifícios centrais da propriedade do Estado, integrando dimensões de comodidade, de adequação funcional e de acessibilidade, e permitiria a criação de novas valências importantes para o nosso concelho, como a Secção Especializada Integrada de Violência Doméstica”, acrescenta o documento.

A autarquia sublinha que existe uma “dispersão de tribunais e secções cíveis pela malha urbana de Leiria, o que representa um enorme custo para o erário público, atendendo aos despendidos valores nos arrendamentos desses edifícios que ascendem aos 200 mil euros por ano”.

Um novo tribunal tem sido pedido de “forma recorrente junto do Ministério da Justiça, no sentido de solicitar a concretização desta obra, e para a qual já foi identificado o terreno contíguo ao Estabelecimento Prisional de Leiria”.

“A construção de um novo Palácio da Justiça é encarada como uma necessidade premente para garantir melhores condições de trabalho e de acessibilidades e para a qualificação dos serviços prestados ao cidadão, um investimento estruturante, unanimemente reconhecido como essencial para valorizar e dignificar a Justiça em Leiria”, destaca o documento.

Segundo a moção, as intervenções pontuais que têm sido efetuadas “em nada contribuem para a resolução do problema de fundo, nem tão pouco cumprem a Lei das Acessibilidades”.

“Com a criação de novas valências e serviços, as evidentes limitações físicas e funcionais do edifício, a falta de condições de trabalho de magistrados, advogados e funcionários judiciais e a falta de acessibilidades, o Palácio da Justiça de Leiria tornou-se manifestamente insuficiente para albergar os serviços a que se destina”, lê-se ainda na moção.

Aprovada por unanimidade na reunião de câmara, o documento adverte que as condições atuais penalizam “decisivamente todos aqueles que ali trabalham e os próprios cidadãos”.

A autarquia destaca a preocupação com o “acentuado estado de degradação do atual edifício, com sobrelotação dos espaços disponíveis e condições de segurança cada vez mais precárias, não existindo gabinetes suficientes para magistrados e serviços de inspeção, nem salas de testemunhas, nem um parque de estacionamento adjacente que inclua lugares suficientes para os trabalhadores, cidadãos e carrinhas celulares de arguidos detidos”.

A moção refere que a concentração da Justiça num local torná-la-ia “mais próxima dos cidadãos, mais acessível e mais inclusiva”.

O vereador independente, eleito pelo PSD, Álvaro Madureira, sugeriu a Gonçalo Lopes a apresentação de uma outra moção pelo alargamento do serviço de urgências do Hospital de Santo André. O presidente da autarquia aceitou a sugestão e desafiou o vereador a escrevê-la em conjunto.

Criança de 4 anos em estado grave após atropelamento em Abrantes

A vítima foi transportada para o Hospital de Abrantes.

Uma criança de quatro anos ficou em estado grave após ter sido atropelada por um carro, esta terça-feira, em Abrantes.

Ao que o Comando Sub-Regional de Proteção Civil do Médio Tejo avançou à TVC, a vítima foi transportada para o Hospital de Abrantes.

No local estiveram os Bombeiros de Abrantes, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Médio-Tejo e a Polícia de Segurança Pública (PSP), com 12 operacionais apoiados por cinco veículos.

O alerta foi dado às 15h39.

Acusado de tentativa de homicídio em Coimbra remete-se ao silêncio

Um antigo segurança de 34 anos do bar Mandarim, em Coimbra, optou por ficar em silêncio no arranque do julgamento em que é acusado de uma tentativa de homicídio na madrugada de 19 de fevereiro de 2022.

Os outros dois arguidos (o seu filho, de 18 anos, e um amigo deste, de 22 anos), apenas acusados de ofensas à integridade física, também optaram por se remeterem ao silêncio na primeira sessão do julgamento, que decorreu hoje à tarde no Tribunal de Coimbra.

Os crimes terão ocorrido após um desentendimento entre esses dois arguidos e dois jovens que estavam na zona da Praça da República, onde funcionava o Mandarim, bar fechado pelo Ministério da Administração Interna desde novembro, face a 21 autos de denúncia, a maioria por alegadas agressões por seguranças daquele estabelecimento.

Durante a sessão, uma amiga dos dois arguidos mais jovens, que os acompanhava naquela noite, refutou vários pontos da acusação do Ministério Público (MP), referindo que terão sido as duas vítimas a iniciar a altercação, após lhe terem “mandado bocas”.

A testemunha vincou ainda que foram as vítimas que partiram para a agressão, tendo dado um soco no filho do segurança do bar, que terá caído no chão.

Em nenhum momento, a testemunha falou de agressões por parte dos três arguidos naquele momento inicial, referindo que nada viu, pois estaria a tentar ajudar o seu amigo que tinha caído e desmaiado.

No entanto, admitiu que depois de as vítimas fugirem do local, os quatro — ela e os três arguidos — seguiram no carro em direção ao hospital, mas, tendo o mais novo avistado as duas vítimas junto ao Campo de Santa Cruz, decidiu sair do carro e ir na direção dos ofendidos, com os outros dois a saírem do carro e iniciarem a perseguição a pé.

Sobre esse momento, em que, de acordo com o MP, o segurança do bar esfaqueou uma das vítimas, a jovem disse nada saber, porque ficou no carro.

Já a vítima que foi esfaqueada corroborou grande parte do teor da acusação, frisando que foram os arguidos a provocar a confusão.

O ofendido referiu que quando avistou os três arguidos a sair do carro, já depois da confusão inicial junto à Praça da República, ele e o seu amigo optaram por fugir por direções distintas.

O jovem acabou por tropeçar e os arguidos alcançaram-no, referindo que terá levado pontapés e murros “no corpo quase todo” e que sentiu um objeto cortante a tocar-lhe na cara.

Só mais tarde, quando regressava à casa do seu amigo, se apercebeu do ferimento que tinha na zona da barriga, alegadamente provocada pela navalha que o segurança do bar teria.

A testemunha referiu que o segurança do bar tentou pedir-lhe desculpa dias mais tarde e que ainda chegou a ir à PJ para desistir da queixa, não tendo ficado claro o porquê de a queixa não ter sido retirada.

O segurança de 34 anos, que estava preso preventivamente (agora, está preso por cumprimento de pena de um outro processo), é acusado do crime de homicídio qualificado na forma tentada, sendo também suspeito de dois crimes de ofensa à integridade física qualificada e um crime de detenção de arma proibida.

O filho do segurança é acusado de um crime de ofensa à integridade física qualificada e o seu amigo de dois crimes de ofensa à integridade física qualificada.

Politécnico de Castelo Branco quer reduzir energia e água em 25%

O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) quer reduzir o consumo de energia e de água em 25%, no âmbito do plano de eficiência e poupança aprovado pela instituição.

“A aprovação dos planos e respetiva operacionalização reveste-se de extrema importância, tendo em conta, em particular, o aumento dos custos de energia elétrica e gás natural”, referiu, em comunicado, o presidente do IPCB, António Fernandes.

O Politécnico, consciente da necessidade de promoção da eficiência na utilização de recursos e em linha com as orientações e políticas que visam melhorar os indicadores de sustentabilidade ambiental, aprovou, em reunião do Conselho de Gestão, o Plano de Eficiência ECO.AP 2030.

“A maioria das medidas previstas não exigem investimento, mas apenas alterações comportamentais, sendo expectável ser possível obter uma redução de consumos na ordem dos 25%, sem alteração dos critérios de qualidade na utilização dos espaços”, salientou o presidente desta instituição de ensino superior público.

Na sequência da aprovação do Plano de Eficiência ECOAP 2030, foram elaborados e aprovados os planos de poupança de energia e de água da instituição, para o edifício dos serviços centrais e da presidência, as residências de estudantes, e todas as unidades orgânicas do IPCB.

“Cada plano é composto por oito áreas de ação, específicas e complementares, referentes a climatização, iluminação, uso da água, equipamentos informáticos, materiais consumíveis e recicláveis, transportes e mobilidade elétrica, horário de trabalho e realização de ações de sensibilização”, lê-se na nota.

Para cada área de ação estão previstas medidas concretas a implementar, com metas definidas e responsáveis atribuídos, sendo que cada plano totaliza cerca de 30 medidas.

Quanto a investimentos, o IPCB tem a decorrer um procedimento concursal para aquisição de quatro unidades de produção de energia elétrica a partir de painéis fotovoltaicos, recorrendo a capital próprio da instituição.

Simultaneamente, aguarda os resultados das candidaturas submetidas para a melhoria da eficiência energética dos edifícios no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).

Condeixa-a-Nova apoia envio de livros para bibliotecas de Cabo Verde

A Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, no distrito de Coimbra, apoiou o transporte de 2.200 livros de literatura infantil para equipar três bibliotecas escolares de Cabo Verde, no âmbito do projeto “Viajar com livros”.

O município de Condeixa-a-Nova, enquanto parceiro do projeto, desde 2009, apoiou o “transporte de 2.200 livros de literatura infantil”, para criar bibliotecas escolares em três estabelecimentos de ensino básico da ilha de São Vicente, informou a Câmara Municipal, numa nota de imprensa enviada à agência Lusa.

A recolha de livros, que decorreu entre julho e dezembro de 2022, foi coordenada por Sofia Gonçalves, docente da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), com o apoio da Biblioteca Municipal Eng. Jorge Bento, do Colégio Bom Jesus e da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Colégio Bissaya Barreto.

“Criar espaços de leitura, promover o gosto pela leitura nos alunos, contribuir para a formação de cidadãos e promover o património literário português e cabo-verdiano são alguns dos objetivos do projeto”, acrescentou a mesma nota.

Suspeitas de corrupção levam PJ a regressar à Câmara de Lisboa

Unidade de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária realiza buscas na autarquia. Inspetores terão procurado atas de reuniões relacionadas com processos urbanísticos.

A Polícia Judiciária (PJ) regressou à Câmara de Lisboa, esta terça-feira, onde se encontra a fazer buscas, avança a CNN Portugal.

À agência Lusa, a autarquia confirmou as buscas, no Departamento de Apoio aos órgãos e serviços municipais.

“Confirmamos as buscas realizadas e qualquer esclarecimento sobre o âmbito das mesmas deverá ser prestado pelas autoridades judiciais”, indicou fonte oficial da câmara.

Segundo a estação televisiva em causa está agora uma investigação ao processo conhecido como Operação Tutti Frutti e que visa, entre outras pessoas, os atuais ministros Fernando Medina e Duarte Cordeiro, na altura em que desempenhavam funções na autarquia.

A CNN Portugal, que cita fontes da da Câmara de Lisboa, indica que a PJ procurou atas de reuniões relacionadas com processos urbanísticos apresentados pelo antigo vereador do Urbanismo Manuel Salgado.

Sublinhe-se que foi há exatamente uma semana que a PJ realizou buscas na Câmara de Lisboa por “suspeitas de corrupção, participação económica em negócio e falsificação” e que resultaram na constituição de seis arguidos, três sociedades e os respetivos representantes legais. Fernando Medina, o autarca na altura, já solicitou ser ouvido no âmbito do processo.

Em causa estava, como noticiou na altura a TVI/CNN Portugal, uma nomeação para “prestação de serviços que foi assinada em 2015” pelo então presidente da autarquia, Fernando Medina, mais especificamente os serviços de consultadoria do ‘histórico’ do PS Joaquim Morão, ex-autarca em Idanha-a-Nova e Castelo Branco, para apoio técnico na gestão de projetos e obras municipais.

Já hoje o Correio da Manhã deu conta de uma nova denúncia contra Joaquim Morão, que indica que este usava a avença que lhe tinha sido atribuída pela Câmara de Lisboa para angariar dinheiro para o Partido Socialista – do qual é militante. O jornal indica que a denúncia, que foi junta ao processo que investiga este caso, aponta que Morão, que estaria a angariar dinheiro para o PS através de obras públicas, reportava o sucedido a Cordeiro.

O atual ministro do Ambiente reagiu e disse desconhecer “qualquer investigação” relacionada com o desempenho das suas funções como vereador naquela autarquia.

De relembrar que em causa na Operação Tutti Fruti estão suspeitas da prática de crimes económico-financeiros decorrentes da contratação de pessoal e da adjudicação direta de serviços a empresas ligadas ou controladas por dirigentes políticos, sobretudo do PSD, mas também alguns do PS.

Jovem de 23 anos foge à PSP após ser mandado parar em operação ‘stop’

Jovem cometeu diversas infrações rodoviárias e levou PSP a desencadear uma perseguição.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve um jovem, de 23 anos, em Viseu, por condução perigosa. 

Numa nota divulgada esta terça-feira, a PSP revela que, no âmbito de uma fiscalização rodoviária, “quando os polícias fizeram o sinal regulamentar de paragem ao suspeito, este desobedeceu, colocando-se em fuga, tendo cometido diversas infrações rodoviárias colocando, deste modo, em perigo os demais utentes da via”.

Foi, “de imediato”, iniciada uma perseguição ao suspeito, que foi “intercetado junto à rotunda de Teivas, onde lhe foi dada voz de detenção”. 

O detido foi notificado para comparecer na tarde desta terça-feira no Tribunal Judicial de Viseu.

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