O Município de Anadia já aprovou 410 processos de apoio, no âmbito do benefício social “Nascer Anadiense” que entrou em vigor em agosto de 2018. Às famílias residentes no concelho foi já entregue um total de 352.250,00€. A medida está prevista no Regulamento Geral de Ação Social do Município.
Desde a entrada em vigor foram aprovados 15 processos, em 2018; 100, em 2019; 88, em 2020 e 2021; 99, em 2022; e 20, no presente ano de 2023. Há a registar 420 nascimentos, sendo 195 do género feminino e 225 do género masculino. De referir ainda a existência de 10 nascimentos múltiplos (gémeos) e três famílias por adoção.
Com a medida “Nascer Anadiense”, o Município tem como propósito incentivar a natalidade, através da atribuição de um apoio pecuniário (1.000,00€) destinado a compensar os custos com a realização de despesas, em bens e serviços considerados indispensáveis ao desenvolvimento da criança, sendo elegíveis aquelas que respeitem, nomeadamente, a vacinas não contempladas no Plano Nacional de Vacinação, assistência médica e medicamentosa, artigos de puericultura e mobiliário, equipamentos de segurança, higiene e conforto, vestuário e calçado, em adequação com a idade da criança.
O apoio é destinado a crianças, que sejam registadas como naturais do concelho de Anadia ou adotadas por famílias com residência há mais de um ano e com recenseamento no concelho de Anadia. De acordo com o Regulamento, metade do montante do incentivo atribuído terá de ser, obrigatoriamente, despendido em estabelecimentos comerciais sitos na área do concelho de Anadia.
De sublinhar ainda que o Regulamento Geral de Ação Social do Município de Anadia entrou em vigor, em agosto de 2018, no entanto, tendo em consideração a necessidade de adequação das medidas sociais, face ao contexto socioeconómico e às várias alterações legislativas recentes, procedeu-se à revisão do Regulamento, a qual foi publicada em Diário da República em outubro de 2022.
O Município de Tábua assinou um protocolo de cooperação com o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) garantindo, assim, a vinda do Ensino Superior para o Concelho, com o objetivo de facilitar a transferência de conhecimento e qualificar o tecido empresarial e social local, através do desenvolvimento de projetos de inovação e de formação tecnológica especializada. O Espaço CULTIVA irá acolher este projeto, que irá arrancar com cursos técnicos superiores profissionais, nomeadamente com um ciclo curto de engenharia, com o objetivo de colmatar a falta de resposta tecnológica que se sente na Região, sendo dirigido a pessoas de todas as faixas etárias e diversos graus académicos, que pretendem aprofundar os seus conhecimento e capacidades na área da engenharia.
O projeto permitirá ainda que, após a formação de curta duração, a mesma possa ter continuidade no ISEC, sendo que para Mário Velindro, Presidente do ISEC, este protocolo é a demonstração da vontade e disponibilidade desta Escola Superior em estar mais próxima do território e assumir-se como um parceiro ativo para o seu desenvolvimento. Para Ricardo Cruz, Presidente da Autarquia, esta parceria vem reforçar a estratégia do Município de Tábua em estabelecer ligação com Entidades que produzem conhecimento, fomentando a sua presença no território de forma a abrir novas oportunidades na área da formação, fundamental na construção de um território mais qualificado e competitivo, preparado para os desafios da atualidade.
O Festival da Lampreia de Penacova, que o município promove com apoio de outras entidades, tem contribuído para afirmar o território e a gastronomia local, disse hoje o presidente da Câmara, Álvaro Coimbra.
Em Travanca do Mondego, Álvaro Coimbra adiantou que os 11 restaurantes envolvidos na iniciativa, nos dias 25 e 26, “entenderam que continua a ser fundamental” realizar o festival, “apesar do preço muito alto” da lampreia, devido à sua escassez no rio Mondego.
O autarca falava aos jornalistas, na sessão de apresentação do Festival da Lampreia, um programa a que se associa também a Confraria da Lampreia de Penacova, liderada por Fábio Nogueira e cujo XVIII Capítulo vai decorrer no dia 01 de abril, com a entronização de novos confrades.
“A época da lampreia prolonga-se até abril”, disse Álvaro Coimbra, destacando ainda a organização de eventos desportivos e culturais que “complementam o programa”.
Com diversos incentivos aos comensais da parte do município, o objetivo é o de que a época da lampreia leve ao aumento das visitas das pessoas que apreciam o arroz de lampreia e, em geral, a gastronomia e a doçaria tradicional, a paisagem das zonas montanhosas e a proximidade do rio Mondego, além da arquitetura popular, designadamente os moinhos de vento de Penacova.
Na conferência de imprensa, o reduzido número de lampreias que atualmente sobem o Mondego e afluentes, a partir do oceano, na Figueira da Foz, foi associado à pesca excessiva, às alterações climáticas e eventuais mudanças no ciclo de vida do ciclóstomo, que há milhões de anos sobreviveu à extinção em massa dos dinossauros.
“As pessoas vão pagar pelos seus erros”, afirmou o presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra, Emílio Torrão.
Em 2022, as lampreias “começaram a entrar no rio no início de março”, o que permitiu baixar o preço da iguaria nos restaurantes de Montemor-o-Velho, município ribeirinho a jusante de Penacova, ao qual preside Emílio Torrão.
“Temos de nos adaptar à realidade”, acentuou, para sugerir que os concelhos junto ao Mondego diversifiquem os programas ligados à lampreia, incluindo com a introdução nas ementas do chamado “peixe do rio” (barbos, bogas e outras espécies fluviais fritas), por exemplo, uma ideia que foi bem acolhida por Álvaro Coimbra.
O presidente da Câmara de Penacova testemunhou que, há poucos dias, o preço de uma lampreia inteira, com arroz, ascendia a 140 euros numa casa especializada do concelho.
Álvaro Coimbra admitiu que os programas gastronómicos locais, “a manter-se o atual cenário” de falta de lampreias, venham a ser ajustados no futuro, como defendeu Emílio Torrão.
A GNR também encontrou quatro munições e um canivete com os homens, que foram acusados de posse ilegal de arma.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve, no passado dia 11 de fevereiro, dois homens, acusados de crimes de posse ilegal de arma, furto e falsificação de documentos, em Almeida, no distrito da Guarda.
Em comunicado, a GNR explica que os militares foram chamados a um estabelecimento em Pinhel, também no distrito da Guarda, que os dois homens tinham furtado.
As autoridades apuraram “a possível localização dos dois suspeitos, nomeadamente num posto de abastecimento em Almeida”. Verificou-se depois que, de modo a evadir a polícia, os suspeitos trocaram a matrícula da viatura para “despistar qualquer tentativa de identificação após a subtração efetuada no estabelecimento”.
“Foi então efetuada uma operação policial que permitiu a localização dos suspeitos e a sua detenção”, tendo os militares apreendido a viatura e “180 invólucros em plástico, utilizados em máquinas de venda e distribuição de brindes; 169,50 euros em numerário; quatro munições; um canivete; e duas matrículas furtadas”.
Os dois suspeitos, de 41 e 42 anos, foram presentes ao Tribunal Judicial de Almeida no dia seguinte, estando obrigados a apresentarem-se semanalmente na esquadra da sua área de residência.
Enfermeiros do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) cumpriram hoje duas horas de paralisação pelo pagamento de retroativos a janeiro de 2018 e a “justa e legal” contagem de pontos para efeitos de mudança de posição remuneratória.
O protesto, promovido pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), reuniu cerca de dezena e meia de enfermeiros à porta daquela unidade hospitalar e integra ainda um abaixo-assinado, com mais de uma centena de assinaturas, que será entregue à administração do HDFF.
Em declarações à agência Lusa, Paulo Anacleto, dirigente do SEP, explicou que existem no HDFF enfermeiros que, em 2018, “descongelaram as suas progressões no âmbito da administração pública. Decorridos dois anos, o hospital retirou-lhe os pontos e os enfermeiros tiveram de devolver o dinheiro, interpusemos ações em tribunal e ganhámos”, frisou.
“O que está a acontecer é que há agora um grupo de enfermeiros com outro vínculo, contrato individual de trabalho e não só, deveriam receber retroativos a esta data, janeiro de 2018. E o hospital está a processar apenas à data de janeiro de 2022. Entendemos que isto é ilegal, é inclusivamente inconstitucional”, argumentou Paulo Anacleto.
“O hospital devia, pelo menos, ter a consideração de que vai haver um processo de discriminação entre enfermeiros relativamente a esta matéria”, considerou o sindicalista.
Para Paulo Anacleto, embora o HDFF e outras instituições hospitalares do Serviço Nacional de Saúde com quem reuniram “tenham autonomia”, alegam “que o Ministério [da Saúde] e o diploma que foi recentemente aprovado lhes impõem a data de janeiro de 2022”.
“Portanto, estão sempre à espera daquilo que o pai e a mãe de Lisboa digam. Seja no HDFF ou noutra instituição, os filhos estão sempre à espera de proceder em conformidade com aquilo que o pai e mãe impuserem”, ironizou.
Ouvido pela Lusa, Rui Miguel Cruz, enfermeiro-diretor do Hospital Distrital da Figueira da Foz, recusou que a questão se possa colocar em termos de autonomia da unidade de saúde, derivando antes da legislação em vigor.
“Aqui a questão não é de autonomia ou não autonomia. É porque o que está legislado em decreto-lei é que os pagamentos dos retroativos é a janeiro de 2022, e não a janeiro de 2018 como defende o sindicato”, frisou o elemento do conselho de administração do HDFF.
Manifestando a sua “opinião pessoal”, o enfermeiro-diretor considerou ter sempre defendido que “deveria haver equidade em relação a outros profissionais [de enfermagem] que descongelaram [as carreiras] com retroativos a 2018. Mas também neste caso foi por força da lei”, reafirmou.
As obras de requalificação do Largo da Sé Velha estão paradas após ter sido colocado a descoberto um conjunto de sepulturas escavadas na rocha que colidem com o traçado das infraestruturas de ligação à Rua da Ilha e uma rede de média tensão sobre a qual vão ser colocadas tubagens de águas pluviais e residuais.
Segundo divulga a edilidade em comunicado enviado à TVC – Televisão do Centro, a “empresa responsável pela fiscalização da obra remeteu os elementos necessários para se prosseguirem os trabalhos, aguardando resposta da Direção Regional da Cultura do Centro (DRCC) e da Direção Geral do Património Cultural (DGPC), para que o processo de requalificação do Largo da Sé Velha possa ser concluído”.
No âmbito da empreitada de “Requalificação do Largo da Sé Velha”, na zona junto ao Beco da Carqueija até à Rua dos Coutinhos e Rua Joaquim António de Aguiar (assinalada a amarelo), estão concluídos os trabalhos de construção de infraestruturas, no subsolo, de abastecimento de água, águas residuais, águas pluviais, infraestruturas elétricas e de telecomunicações, pavimentação em lajeado de granito e calçada de seixo rolado, execução de escadas e respetivas plataformas, instalação de dissuasores de estacionamento (pinos), plantação de árvore, instalação de floreiras e corrimãos. E na restante zona do largo (assinalada a azul), estão concluídos todos os trabalhos de infraestruturas no subsolo, de abastecimento de água, águas residuais, águas pluviais, infraestruturas elétricas e de telecomunicações.
Por sua vez, na zona compreendida desde as Escadas de acesso à Sé até a Rua da Ilha(entre “a” e “b”), durante o desenvolvimento dos trabalhos de arqueologia, foi identificado um conjunto de sepulturas escavadas na rocha, que colidem com o traçado das infraestruturas a executar no âmbito da empreitada, nomeadamente a ligação à rua da Ilha (ponto “b”).
Estão, assim, impedidas de avançaras obras de escavação quer para implantação das infraestruturas quer para a execução dos pavimentos naquela zona do Largo da Sé Velha, até pronúncia da DGPC.
O local, para manutenção das condições mínimas de segurança e proteção face à presença de infraestruturas de média tensão e de estruturas arqueológicas, foi, devidamente, vedado e implementada sinalização de aviso.
Segundo o documento da Câmara, “é necessária a desconstrução das estruturas arqueológicas agora identificadas, mas só podem ocorrer após a autorização da DGPC uma vez que esta área do Largo da Sé Velha está sob tutela dessa entidade, por estar inserida dentro do limite do bem classificado da Universidade de Coimbra – Alta e Sofia, inscrito na lista do Património Mundial pelo Comité do Património Mundial da UNESCO”.
Para o retomar da obra adianta a CMC, “foi enviado à DRCC o relatório das medidas de minimização para a intervenção de desconstrução das sepulturas, a 3 de fevereiro, e um novo PATA, autorização de trabalhos arqueológicos, a 7 de fevereiro, já que é entendimento da DRCC que o anterior caducou, aguardando-se, agora, resposta destas duas entidades, sendo que o prazo de pronúncia da DGPC pode chegar a dois meses”.
A Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea de Coimbra está de volta em março, num “formato e programação renovados que cruzam a tradição com a contemporaneidade”. O programa foi hoje apresentado em Conferência de Imprensa no Café Concerto do Convento São Francisco em Coimbra. Conheça aqui o programa completo do fim de semana mais doce de Coimbra.
No fim de semana de 04 e 05 de março, a XII edição do evento marca presença no Convento São Francisco (CSF) e na Capela da Ordem Terceira, revelou a Câmara Municipal de Coimbra, que destacou a “promoção, das dinâmicas entre o património imaterial e o material, bem como o diálogo com diversas formas de arte, conhecimento e entretenimento”.
A iniciativa realiza-se em parceria do município com a Associação de Doceiros de Coimbra (ADOC) e com a Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra (EHTC) e vai estar de portas abertas no sábado, das 14h00 às 22h00, e no domingo, das 10h00 às 19h00, com entrada livre.
Com este evento, a câmara “pretende dar continuidade ao trabalho de salvaguarda e de preservação do património alimentar doceiro e, em paralelo, estimular o desenvolvimento da inovação e o conhecimento desta arte de saber-fazer”.
O programa da Mostra, enviado à TVC, foi apresentado pelo presidente da Câmara de Coimbra, José Manuel Silva, chefe da Divisão de Cultura, Rafael Nascimento, presidente da Associação de Doceiros de Coimbra, Gabriel Faneca, e ainda com a participação especial do embaixador da Mostra, a personagem virtual denominada Bruno Aleixo.
A XII edição da Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea de Coimbra conta com a participação de 37 expositores doceiros, com destaque para a presença de um expositor internacional, de Santiago de Compostela, cidade geminada com Coimbra.
O mote do certame é a herança doceira, legado de congregações religiosas dos três conventos de Coimbra – Celas, Santa Clara e Sant’Anna –, de que são exemplos o pastel de Santa Clara, a arrufada de Coimbra ou o pudim das Clarissas.
Além dos doces e licores conventuais de Coimbra e da região centro, disponibilizados por expositores oriundos de Alcobaça, Alfeizerão, Ançã, Aveiro, Figueira da Foz, Lamego, Leiria, Lorvão, Ovar, Pereira, Tentúgal e Tomar vai ser possível, ainda, ser degustados doces típicos da região norte (Amarante, Caldas de Vizela, Felgueiras, Régua e Santa Maria da Feira) e do sul do país (Évora, Reguengos de Monsaraz e Silves).
A notável arte de manusear ingredientes como o açúcar, os ovos, a farinha, a amêndoa, entre outros, poderá ser comprovada pelos visitantes ao saborearem especialidades doceiras como: papos d´anjo; foguetes; lérias; queijadas de São Gonçalo; brisas do Tâmega; pasteis e queijadas de Tentúgal e de Évora; pão de ló de Ovar, Margaride e Alfeizeirão; suspiros; ovos moles; cacos; castanhas de ovos; fidalguinhos; raivas; São Gonçalinhos; bolinhol; cavacas; sopa dourada; trouxas de ovos; cornucópias; toucinho do céu; bolo real de São Bernardo; hóstias celestiais; queijinhos do céu; brisas do Lis; pão de rala; ensopado de noz; sericaia; encharcada; morgado; fidalgo; regueifa; fogaça; bolo do convento; pasteis e nevadas de Lorvão; fatias de Tomar; D. Rodrigo; queijinhos de figo; os rebuçados da Régua; entre muitos outros exemplares que, por certo, vão fazer jus à riqueza dos nomes, das formas, das cores mas, acima de tudo, da qualidade dos sabores inigualáveis da doçaria conventual e contemporânea que Portugal oferece.
A renovação do evento fica também marcada pela programação em outros espaços, nomeadamente no Convento São Francisco e na Capela da Ordem Terceira, refletindo o alinhamento da escolha dos espaços com a dimensão tradicional e contemporânea que ambos transportam, criando ressonâncias entre o património imaterial e o edificado .Nesta edição juntam-se, entre outras propostas, workshops, uma performance teatral, dois concertos e um recital de poesia a cargo de Pedro Lamares.
No sábado, dia 04, a ADOC e a EHTC lançam o convite para se dirigir “Do convento para o Bar” para uma “Harmonização de doces conventuais com cocktails” e para testar de que forma “Os Doces Também se Bebem”, atividades dinamizadas pelos chefs Eduardo Vicente, Luis Gomes e Paulo Queirós,apresentados por Catarina Camacho.O programa conta ainda com o “Coro das Freiráticas”,apresentado pela Cooperativa Bonifrates, que apresenta aleitura de um texto, que evoca os outeiros conventuais -doce inspiração a partir de uma história jocosa do século XVIII, “Suplício dos doces”.Também no sábado, numa incursão pelo património doceiro coimbrão, em “Doces da Casa”, a ADOC leva a cabo o workshop dedicado ao tema “Coimbra, Pátria das Arrufadas”.A fechar o programa deste dia, António Ataíde apresenta um espetáculo inédito de Canção de Coimbra, na Capela da Venerável Ordem Terceira.
Na programação de domingo, para além dosworkshops “Uma Rosa para a Rainha” (ADOC) e de “Os Doces Também se Bebem” (EHTC), salienta-se a tertúlia com degustação “Comer com os Olhos”, uma conversa entre Guida Cândido (autora de livros, artigos científicos e publicações nas áreas da gastronomia, culinária e história da alimentação) e Paulo Queirós (gerente e chef do Cordel Maneirista), apresentados por Catarina Camacho.Destaque ainda para a voz inconfundível de Pedro Lamares, que será o protagonista do recital de poesia “A Poesia é para Comer”.A XII Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea de Coimbra culmina com uma atuação única dos Guitarrinhos do Mondego, da MUS.MUS.CBR – Associação Cultural Museu da Música de Coimbra.
A iniciativa, que conta ainda com a colaboração do Café-Concerto e da Ordem Terceira, é de entrada livre e decorreentre as 14h00 e as 22h00 de sábado, dia 04, e entre as 10h00 e as 19h00 de domingo, dia 05, na Sala D. Afonso Henriques do Convento São Francisco.
Programa
sábado, 04 de março
14h00 | Abertura Oficial
15h00| Do convento para o Bar (EHTC e ADOC)
Harmonização de doces conventuais com cocktails
Chefs: Eduardo Vicente e Luís Gomes (EHTC) e Paulo Queirós (ADOC)
Host: Catarina Camacho
16h00 | Os Doces Também se Bebem (EHTC) Chefs: Eduardo Vicente e Luís Gomes
17h00 | Coro das Freiráticas
CooperativaBonifrates
18h30 | Doces da Casa (ADOC)
Workshop: Coimbra, Pátria das Arrufadas
21h00 | António Ataíde
Canção de Coimbra
domingo, 05 de março
10h00 | Abertura ao público
11h00 | Doces da Casa (ADOC)
Workshop: Uma Rosa para a Rainha
14h00 | Os Doces Também se Bebem (EHTC) Chefs: Eduardo Vicente e Luís Gomes
15h00 | Comer com os Olhos
Tertúlia com degustação: Guida Cândido, Paulo Queirós (Cordel Maneirista)
Host: Catarina Camacho
17h00 | A Poesia é para Comer
Recital de Poesia: Pedro Lamares
18h00 | Guitarrinhos do Mondego
Mus.Mus.CBR (Associação Cultural Museu da Música de Coimbra)
Doceiros participantes
Abadia de Alcobaça
Associação Gastronomia Figueira com Sol e Mar (Figueira da Foz)
O detido chegou a furtar o cartão bancário da vítima “para fazer diversos levantamentos que ascendem aos 1.000 euros”.
Um homem de 45 anos foi detido, na segunda-feira, pelo crime de violência doméstica, no concelho de Pombal. Em comunicado, enviado esta terça-feira às redações, a Guarda Nacional Republicana (GNR) revelou que a vítima é o pai do agressor, um homem de 69 anos.
A autoridade apurou que “o agressor infligiu, de forma reiterada, violência física, psicológica e ameaças” sobre o pai, com quem vive.
O detido chegou a furtar o cartão bancário da vítima “para fazer diversos levantamentos que ascendem aos 1.000 euros”.
Presente ao Tribunal Judicial da Leiria, o agressor ficou sujeito às medidas de coação de proibição de contactar a vítima por qualquer meio e obrigação de se afastar e abandonar a residência.
Na nota, a GNR lembrou que “a violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva”.
Nomeação já foi aceite pelo Presidente da República. Tomada de posse decorre amanhã, pelas 17h45.
Gonçalo Caleia Rodrigues será o novo secretário de Estado da Agricultura. A informação foi avançada pela Presidência da República, que adiantou que Marcelo Rebelo de Sousa já aceitou a nomeação do primeiro-ministro, António Costa.
“O Presidente da República aceitou a proposta do primeiro-ministro, de nomeação do Prof. Doutor Gonçalo Rodrigues, como novo Secretário de Estado da Agricultura”, lê-se numa nota publicada no site da Presidência da República.
A posse terá lugar amanhã, 15 de fevereiro, pelas 17h45, no Palácio de Belém.
Gonçalo Caleia Rodrigues substitui no cargo Carla Alves, que se demitiu a 05 de janeiro poucas horas depois de ter tomado posse, na sequência de um processo judicial envolvendo o seu marido e ex-autarca em Vinhais.
Nascido no Porto em 1981, Gonçalo Caleia Rodrigues é doutorado em Engenharia dos Biossistemas, pelo Instituto Superior de Agronomia, e tem uma pós-graduação em gestão, da Nova School of Business and Economics, de Lisboa.
O novo secretário de Estado foi vice-presidente do Instituto Superior de Agronomia, instituição onde foi professor auxiliar.
O cargo de secretário de Estado da Agricultura estava vago desde 05 de janeiro, quando Carla Alves se demitiu 25 horas após tomar posse.
Carla Alves justificou não dispor de “condições políticas e pessoais” para iniciar funções, depois de noticiado o arresto de contas bancárias conjuntas que tinha com o marido.
O Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV) registou um aumento significativo da sua atividade em 2022, com destaque para a cirurgia de ambulatório, que cresceu quase 20%, face a 2019, informou hoje aquela unidade de saúde.
Em comunicado, o CHBV, que inclui os hospitais de Aveiro, Águeda e Estarreja, refere que os números relativos à produção em 2022 mostram que a atividade assistencial após a pandemia de covid-19 não só foi recuperada, como “aumentou de forma significativa”.
“O Centro Hospitalar do Baixo Vouga fecha o ano com números que, na sua maioria, não só provam a efetiva recuperação, mas, se comparados a 2019 (o ano antes da pandemia), revelam aumentos significativos das várias linhas de atividade”, refere a mesma nota.
Segundo dados do CHBV, em 2019, foram realizadas 238.053 consultas de especialidade, sendo que, em 2022, foram efetuadas 259.586, o que representa um aumento na ordem dos 9%.
Com um crescimento muito significativo, aquela unidade realça as sessões de hospital de dia que passaram de 15.084 em 2019 (num total de 3 724 doentes), para 21.958 em 2022, abrangendo um total de 6.543 doentes, o que perfaz um aumento de 75% ao nível dos doentes que acederam a esta atividade assistencial.
Já ao nível da atividade cirúrgica, programada e de ambulatório, o CHBV refere que o aumento foi de 12% (11.635 cirurgias realizadas em 2019 e 13.075, em 2022).
Aquela unidade hospitalar realça o aumento particularmente significativo da cirurgia de ambulatório, que cresceu quase 20% (7.589 cirurgias realizadas em 2019 e 9.058 em 2022).
Em 2022, os dois serviços de urgência do CHBV – Hospital de Aveiro e Hospital de Águeda — totalizaram 179.376 episódios de urgência, mais 3.566 do que em 2019.
Só ao nível dos nascimentos não foi possível recuperar os números de 2019, ano no qual se realizaram no CHBV, 1.800 partos, sendo que em 2022 nasceram nesta instituição 1.593 bebés.
Citada na mesma nota, a presidente do Conselho de Administração do CHBV, Margarida França, agradeceu publicamente o empenho dos profissionais de saúde daquela unidade que, mal a pandemia deu tréguas, “continuaram a trabalhar de forma árdua, para repor os níveis de atividade assistencial”.
“Como os números confirmam, os profissionais do CHBV foram de uma entrega tal que, em quase todas as linhas de atividade, conseguimos aumentar a resposta aos nossos doentes. A todos, muito obrigada”, afirmou Margarida França.
A responsável garantiu ainda que a instituição está “muito motivada” para continuar a servir a população da região de Aveiro, acrescentando que são “muitos e, de grande relevância”, os projetos que, ainda neste primeiro trimestre, vão “diferenciar e melhorar” as respostas do CHBV.