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Estrada de Eiras em Coimbra vai ter ciclovia e árvores em toda a extensão

A Câmara Municipal de Coimbra vai investir 1,4 milhões de euros na requalificação da Estrada de Eiras, que prevê a criação de uma ciclovia de dois sentidos e plantação de árvores em toda a sua extensão.

A empreitada foi consignada hoje, nos Paços do Município, sendo executada pela empresa Civibérica, num prazo de 390 dias, afirmou hoje a Câmara de Coimbra, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Segundo a mesma nota, para além da criação de uma ciclovia de dois sentidos e plantação de árvores, serão também introduzidas “medidas que visam reduzir as velocidades de circulação, tornando esta rua mais segura, sustentável e amiga do ambiente”.

Aquela estrada, que liga Eiras até à zona norte da cidade (junto à estação de Coimbra-B), serve de acesso a vários bairros residenciais, ao INEM e à zona empresarial de Eiras.

Face à “pluralidade de funções que [a estrada] induz” e consequente “conflito entre os seus utilizadores”, a intervenção procura “imprimir um caráter mais urbano à via, assegurar a acessibilidade e segurança dos utilizadores”, realçou a autarquia liderada por José Manuel Silva, eleito pela coligação Juntos Somos Coimbra (PSD/CDS-PP/Nós, Cidadãos!/PPM/Aliança/RIR e Volt).

De acordo com o município, a ciclovia terá uma largura de 2,2 metros, constante ao longo do troço e feita ao nível do passeio, e terá, posteriormente, ligação com a restante rede de ciclovias, quando for concretizada a integração urbana do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), que terá como um dos destinos a estação de Coimbra-B.

A criação da ciclovia vai obrigar a ocupar espaços destinados ao parqueamento automóvel, com exceção dos lugares “junto às habitações unifamiliares, em particular as existentes do lado poente da estrada de Eiras”, e de uma zona de estacionamento do lado poente da via, entre a rua Seabra de Albuquerque e a rotunda do Bairro de São Miguel.

A proposta visa ainda “criar um compromisso entre a fluidez do tráfego e a qualidade de vida urbana, induzindo a uma circulação rodoviária a velocidades moderadas, mais compatíveis com o ambiente urbano”, acrescentou a Câmara de Coimbra.

Presidente da Junta de Alcântara acusado de lesar Santa Casa

Há ainda oito arguidos acusados neste caso. Entre os envolvidos estão Helena Lopes da Costa, vogal da mesa da Santa Casa da Misericórdia e antiga vereadora do PSD na Câmara Municipal de Lisboa, e a sua assessora, que era a namorada de Davide Amado naquela altura.

O Ministério Público (MP) acusou o presidente da Concelhia de Lisboa do Partido Socialista (PS) de Lisboa e atual presidente da Junta de Freguesia de Alcântara, Davide Amado, de participação económica em negócio e abuso de poder, num esquema que lesou a Santa Casa da Misericórdia em mais de um milhão de euros, em 2014, reporta a CNN Portugal.

Nove anos após o início da investigação, o MP apresentou a acusação, a que o canal teve acesso, que revela que, entre 2012 e 2014, foram feitos ajustes diretos de mais de dois milhões de euros. 

Davide Amado e outros oito arguidos terão criado mais de uma dezena de empresas, com o objetivo de forjar ajustes diretos com a Santa Casa da Misericórdia, “sem respeitarem as regras e encarecendo o valor de cada um dos produtos e serviços”.

Há ainda mais oito arguidos que foram acusados neste caso. Entre os envolvidos estão Helena Lopes da Costa, vogal da mesa da Santa Casa da Misericórdia e antiga vereadora do PSD na Câmara Municipal de Lisboa, e a sua assessora, que era a namorada de Davide Amado naquela altura.

O esquema de viciação de contratos terá lesado, acredita o MP, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa em mais de dois milhões de euros, naquilo que considerou uma satisfação de interesses privados.

O Ministério Público pede a condenação dos arguidos pelos crimes de que estão acusados, assim como ao pagamento de 1 milhão e 600 mil euros ao Estado, dinheiro esse que foi obtido através de adjudicações ilícitas.

Tanto Davide Amado, como Helena Lopes da Costa, foram contactados pela CNN e afirmaram estar de consciência tranquila. 

Homem esfaqueado à porta de discoteca onde militar da GNR ficou desfigurado

    Um homem de 29 anos foi esfaqueado na zona do pescoço, este sábado, no exterior da discoteca Rio Bar, em Tomar, onde há uma semana se verificaram agressões a um militar da GNR de Alcanena que estava de folga, escreve o Correio da Manhã, adinatando que o militar foi atacado com um copo partido e ficou com o rosto desfigurado.

    Em circunstâncias que estão a ser averiguadas pelas autoridades, a vítima deste sábado sofreu ferimentos ligeiros após ter sido atingida com um golpe de arma branca, tendo sido levada pelos bombeiros para o Hospital de Abrantes.

    Castelo Branco: AEBB esclarece utilização da Plataforma Tecnológica do SIR

    A Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) vai realizar uma sessão de esclarecimento de dúvidas, de cariz muito prático, cujos destinatários são Empresários e Quadros dos Municípios, com funções em matéria de licenciamento do Sistema da Indústria Responsável (SIR), no próximo dia 16 de Fevereiro. 

    A sessão decorrerá  às 15:00 horas nas instalações da AEBB em Castelo Branco e contará com a presença de representantes do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI).

    Esta sessão tem por objetivo esclarecer de forma muito pratica a utilização da Plataforma tecnológica do SIR, integrando a componente de área reservada disponível aos requerentes através do ePortugal (empresários), bem como, a componente de BackOffice para os utilizadores da Administração (quadros municipais).

    O Sistema de Indústria Responsável (SIR) é o regime de licenciamento industrial que vigora atualmente, nos termos do Decreto-Lei n.º 169/2012, de 1 de agosto; Componente da plataforma tecnológica SIR usada pelas entidades públicas e privadas que intervêm no licenciamento industrial.

    O IAPMEI, enquanto entidade coordenadora nacional do SIR, tem disponível uma plataforma tecnológica do SIR, integrando a componente de área reservada disponível aos requerentes através do ePortugal, bem como, a componente de BackOffice para os utilizadores da Administração, contribuindo, desta forma, para a facilitação e desmaterialização dos processos de licenciamento da atividade industrial.

    Para garantir uma melhor eficácia e eficiência dos trabalhos a AEBB solicita aos intervenientes que, previamente, listem todas as dúvidas que gostariam de ver esclarecidas de forma a tornar a sessão mais dinâmica. Para o efeito, partilha os conteúdos e a informação necessária que o IAPMEI disponibiliza através dos seguintes links:

    https://academiapme.iapmei.pt/mod/page/view.php?id=14298 – Conteúdos Âmbito Diploma

    https://www.iapmei.pt/Paginas/Licenciamento-Industrial-(1).aspx – Conteúdos Âmbito Plataforma

    21 anos de prisão para homicida do Teixoso

    O homem que, no ano passado, matou à machadada a ex-namorada no Teixoso (Covilhã), foi condenado a 21 anos de prisão pelo Tribunal de Castelo Branco. A sentença foi proferida na passada quarta-feira.

    A vítima, Susana Sousa, de 41 anos, foi atacada a 6 de janeiro de 2022 por Igor Nave e morreu nove meses depois na sequência dos graves ferimentos que sofreu. Durante o julgamento o agressor, que à data do crime era funcionário de uma agência funerária e canalizador, declarou que nunca quis matar a ex-namorada, que já tinha sido agredida e ameaçada de morte pelo arguido, quando ainda mantinham uma relação.

    «A barbaridade das agressões, o instrumento (machado/malho) usado na perpretação das agressões; as partes do corpo atingidas (o crânio e a face); a violência das agressões, isto é, a força aplicada ao machado/malho, evidentemente aliado ao seu peso e envergadura, bem como a multiplicidade dos golpes (x4), são as evidências mais acabadas de que o arguido agiu com a intenção de tirar a vida à Susana», refere o acórdão.

    O coletivo de juízes deu também como provado que Igor Nave, de 26 anos, «agiu de forma premeditada, numa atitude de ressabiamento face à rejeição por parte da vítima» em dar continuidade ao namoro. Para cometer o crime, os juízes recordaram que o arguido arrombou a porta da habitação da vítima, tendo, após o ataque, fugido do local no carro da ex-namorada e ligado a uma amiga desta a dizer que a matara.

    Igor Nave, que ainda pode recorrer da sentença, foi igualmente considerado culpado do crimes de furto e de violência doméstica e é obrigado a pagar 205 mil euros aos filhos de Susana Sousa, 869,94 euros ao Centro Hospitalar da Cova da Beira e 50. 580,99 euros ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

    Guarda adjudica obras para estabilização de emergência

    A Câmara da Guarda assinou quatro contratos para realização de trabalhos de estabilização de emergência pós incêndios 2022 no concelho, no valor global de 760 mil euros.
    Segundo o presidente Sérgio Costa, os procedimentos estão relacionados com os protocolos que o município assinou com o Fundo Ambiental, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA). No caso do ICNF os contratos celebrados são no valor de um milhão de euros e com a APA no montante de 2,6 milhões de euros.

    «Estas empreitadas florestais vão ser desenvolvidas ao longo dos próximos quatro meses, para fazer a estabilização das nossas encostas», disse o autarca. As intervenções, para estabilização de solos e limpeza de linhas de água, vão ser realizadas nas freguesias de Valhelhas, Famalicão da Serra, Gonçalo, Aldeia Viçosa, Videmonte e Fernão Joanes.

    Guarda Desportiva deixa escapar a vitória em Gondomar

    O Guarda Desportiva conseguiu um ponto este domingo em Gondomar na 17ª jornada do Campeonato de Portugal

    Os guardenses deram boa réplica aos nortenhos e chegaram ao intervalo com uma igualdade a uma bola. No segundo tempo, a intensidade do jogo decaiu, mas com domínio dos visitantes, que se colocaram em vantagem aos 74′.

    A formação da cidade mais alta resistiu no último quarto de hora do tempo regulamentar, mas os gondomarenses empataram aos 97′ e repartiram os pontos em jogo. O Guarda Desportiva somou 7 pontos e permanece no último lugar da série C.

    Bombeiro ferido em incêndio na serra da Freita em Arouca

    Vítima foi transportada para o centro de saúde de Arouca.

    Um bombeiro, de 22 anos, da corporação de Arouca, sofreu ferimentos ligeiros, esta noite de domingo, durante as operações de combate às chamas a um incêndio na serra da Freita. O operacional terá sofrido os ferimentos na sequência de inalação de fumos.

    O alerta foi dado, cerca das 17h30, para os bombeiros de Arouca, para um incêndio florestal, na zona de Albergaria das Cabras, na união de freguesias de Cabreiros e Albergaria da Serra.

    O fogo está a ser combatido por 22 operacionais apoiados por 8 viaturas.

    A vítima foi levada para o centro de saúde de Arouca.

    Centro Náutico de Montemor-o-Velho recebe Corta-Mato Escolar 2023

    O Centro Náutico de Montemor-o-Velho vai ser o palco da prova rainha do atletismo do Desporto Escolar da região: o Corta-Mato Escolar 2023, da Coordenação Local do Desporto Escolar de Coimbra.

    Na próxima terça-feira, dia 7 de fevereiro, a partir das 10h30, mais de 1100 alunos e alunas, em representação de 54 escolas/agrupamentos de escolas do distrito de Coimbra, competem pelo apuramento para o Corta-Mato Nacional.

    A prova é organizada pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Direção de Serviços da Região Centro – Desporto Escolar de Coimbra, pelo Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho e pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho.

    Participam nas provas alunos do género feminino e masculino, de diferentes escalões, nascidos entre 2005 (Juvenis) e 2014 (Infantis A).

    Cada prova será disputada a nível individual e coletivo (apenas no escalão de Iniciados), visando o apuramento dos três primeiros lugares individuais e equipas melhor classificadas, para o Corta-Mato Nacional que se realizará em Vale de Cambra, nos dias 10 e 11 de março.

    Cantanhede: Exposição fotográfica quer perpetuar trabalho do tanoeiro

    “Tanoaria — uma arte em extinção?” é o título da exposição fotográfica patente nos claustros dos Paços do Concelho. Da autoria de Ana Silva, a mostra documenta o processo de recuperação de um balseiro que o tanoeiro José Pedro Cardoso conduziu.

    Esta parceria permitiu-me acompanhar e documentar todo o processo de recuperação do balseiro que, devido à sua dimensão, teve de ser feito em cave, criando uma atmosfera que nos transporta para os tempos antigos”, explica a autora.

    Nesta que é a sua primeira exposição, Ana Silva dá ainda conta do trabalho duro destes profissionais em vias de extinção, a quem é exigido “empenho e dedicação”.

    A autora despertou para o mundo da fotografia por volta dos 18 anos, quando começou a registar as viagens que fez, “como se fosse um diário”.

    Desde de comecei a fotografar, sempre gostei de focar-me nos pormenores do assunto fotografado”, explica, adiantando que no caso desta exposição quis também perpetuar o trabalho dos tanoeiros.

    Sempre gostei de história e considero importante documentar tradições e técnicas que se vão perdendo com o tempo, de forma de preservar a nossa identidade cultural e de transmitir a futuras gerações valores e crenças importantes para a comunidade”, destaca.

    Na sinopse da exposição “Tanoaria — uma arte em extinção?”, pode ler-se que “nos dias de hoje, a adaptação a técnicas mais modernas e mecanizadas cada vez mais nos distanciam do método tradicional que por si já é pouco visível. Muito do conhecimento pormenorizado vai-se perdendo com o tempo”.

    “Testemunhar o processo, registar muitos dos detalhes, foi oportunidade única, que pretendi documentar. Dar-lhe visibilidade será uma forma de o preservar e reconhecer a sua importância. Um especial obrigado ao José Pedro Cardoso”, conclui o texto.

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