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Adolescente detido por 11 crimes de burla em ourivesarias de Norte a Sul

A investigação ao caso teve início em maio, depois de a Polícia de Segurança Pública (PSP) ter dado conta “de um fenómeno em desenvolvimento”.

Um jovem de 19 anos foi detido, no dia 26 de de junho, por 11 crimes de burla qualificada, levados a cabo de Norte a Sul do país. O adolescente espanhol, que estava em Portugal há cerca de um mês, é suspeito de ter burlado proprietários de ourivesarias com falsos comprovativos de transferências bancárias.

A investigação ao caso teve início em maio, depois de a Polícia de Segurança Pública (PSP) ter dado conta “de um fenómeno em desenvolvimento”, que arrancou no Porto e seguiu para Lisboa e Aveiro, até à do Algarve, “que consistia em burlar os proprietários das ourivesarias com falsos comprovativos de transferências bancárias”.

“O detido identificava-se com fotografias de documentos no telemóvel falsificados pelo mesmo, levando a crer os comerciantes que se tratava realmente daquela pessoa, que pretendia adquirir peças da loja e efetuar o pagamento por transferência bancária da sua conta de um banco espanhol”, complementou a força policial, em comunicado enviado às redações.

Nessa linha, a equipa da Divisão de Investigação Criminal, “especialmente criada e especializada para estes fenómenos itinerantes”, relacionou o suspeito com “as 11 burlas praticadas no Porto, Lisboa, Loulé, Aveiro, Faro, Portimão e Lagos, em colaboração com a 3.ª Secção do DIAP de Lisboa, procedendo, depois, “à deteção, seguimento e consequente cumprimento de Mandado de Detenção emitido por autoridade Judiciária do arguido, em Lagos, após o mesmo ter saído de uma ourivesaria e tentado burlar mais um comerciante”.

Apesar da tenra idade, o adolescente “tem um vasto historial de crimes de burlas praticados através do mesmo método” em Espanha. Em Portugal, causou um prejuízo de cerca de 20 mil euros.

O jovem foi presente perante o Juiz de Instrução Criminal de Lisboa, que decretou prisão preventiva enquanto aguarda julgamento.

Três detidas após roubarem carteira com quase 5 mil euros em Lisboa

Crime ocorreu na freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa.

Três mulheres, com 26, 31 e 34 anos, foram detidas, na terça-feira, por serem suspeitas da prática do crime de furto, na freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa. Segundo revelou a Polícia de Segurança Pública (PSP), num comunicado enviado esta sexta-feira às redações, as mulheres furtaram uma carteira.

Os agentes “tiveram conhecimento que estavam três suspeitas retidas por furto de carteira”.

Já no local, “em contacto com a vítima e testemunhas, foi informado que as três suspeitas em comunhão de esforços procederam à subtração de uma carteira pertença da vítima, que se encontrava dentro da sua mala”.

A carteira continha todos os pertences da vítima, incluindo dois passaportes e cerca de 4.865 euros em numerário. 

As mulheres foram detidas e, após serem presentes a tribunal, foram libertadas para futura apresentação.

Peste & Sida e Daniela Mercury atuam na feira Terras de Lince em Penamacor

A banda portuguesa Peste & Sida e a cantora brasileira Daniela Mercury atuam na feira Terras de Lince, que vai realizar-se em Penamacor, de dia 28 a dia 30, revelou hoje o município.

O certame, organizado pela Câmara de Penamacor, no distrito de Castelo Branco, vai contar com vários concertos ao longo de três dias, para além de “mostras dos melhores produtos e sabores da região”, disse a autarquia, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

O evento arranca no dia 28, com destaque para o concerto dos Peste & Sida, na Praça Nova do ex-Quartel, onde também haverá atuação de DJ.

A 29, um sábado, será a vez de Daniela Mercury cantar no Terreiro de Santo António, seguida de atuação dos Kiss Kiss Bang Bang.

De acordo com a nota de imprensa, no dia 30, haverá ainda concerto dos The Lucky Duckies, que encerra o certame.

Nesse mesmo dia, estão também marcadas diversidades atividades, como oficinas, animação por grupos itinerantes e a apresentação de um livro infantojuvenil.

O programa da Terras de Lince pode ser consultado em https://bit.ly/feiraterrasdolince.

Autarca de Águeda só assina competências na saúde se Belazaima tiver unidade

O presidente da Câmara de Águeda só aceita competências descentralizadas na área da saúde se for assegurado o funcionamento da Unidade de Saúde (US) de Belazaima do Chão, anunciou hoje em comunicado.

Jorge Almeida recusa-se a assinar o auto de descentralização de competências na área da saúde enquanto do mesmo “não constar a US de Belazaima do Chão, que foi retirada pelos serviços do Ministério da Saúde”.

Em comunicado, o autarca garante que “em momento algum foi assumido o fecho daquela unidade de saúde, que motivou inclusivamente uma reunião com a ministra da Saúde anterior, Marta Temido”.

“Não assinarei qualquer tipo de documento nestas condições”, diz Jorge Almeida, que condiciona, assim, a aceitação da descentralização de competências à reabertura daquela unidade de saúde de cuidados primários.

Jorge Almeida acrescenta que a Unidade de Saúde Familiar (USF) Souto Rio, que começou esta semana a funcionar no Centro de Saúde de Águeda, dispõe, agora, de um quadro de profissionais completo, pelo que “não há motivo para que a US de Belazaima não possa funcionar”.

A USF Souto Rio é uma evolução da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) Águeda II, de que fazia parte a US de Belazaima do Chão.

O autarca salienta o esforço que o município de Águeda, no distrito de Aveiro, tem vindo a fazer na qualificação das instalações de saúde do concelho, com a requalificação, ampliação e construção de unidades de saúde, “para que as populações tenham acesso a instalações modernas, confortáveis e dignas, para profissionais e utentes”.

O comunicado refere ainda que o presidente da Câmara “espera do governo os meios para que estas unidades sirvam as populações e as suas necessidades”.

Jorge Almeida informou na quinta-feira o restante executivo municipal da posição por si assumida junto do Ministério da Saúde.

Na reunião de Câmara, Jorge Almeida relatou que foi contactado para a assinatura o auto de competências na área da saúde e que fez depender a aceitação da descentralização de competências daquela reintegração no quadro das unidades em funcionamento no concelho.

Paisagens sonoras de Coimbra remisturadas pelo público a partir de um móvel

As paisagens sonoras de Coimbra vão poder ser ouvidas a partir das gavetas de um móvel, que estará no Convento São Francisco, e a partir do qual o público poderá criar o seu próprio remix.

De acordo com o presidente da direção do JACC – Jazz ao Centro Clube, José Miguel Pereira, o mobiliário sonoro, designado MS02, vai permitir ao público encontrar, em cada uma das suas gavetas, sons das paisagens de Coimbra.

“Vai permitir que seja manuseado e que o público crie as suas paisagens sonoras a partir do móvel”, acrescentou.

A instalação sonora MS02 estará disponível ao público no Convento São Francisco, a partir de quarta-feira e até dia 18, no âmbito a 7.ª edição do Dar a Ouvir, que este ano se intitula Remix Coimbra.

Em declarações à agência Lusa, José Miguel Pereira destacou o caráter especial da 7.ª edição do Dar a Ouvir, por “assinalar o 10.º aniversário do Arquivo Sonoro do Centro Histórico de Coimbra (ASCHC), um projeto que nasceu em 2013, pouco tempo depois do Jazz ao Centro Clube ter mudado para o Salão Brazil”.

“Nós fizemos um convite ao paisagista sonoro Luís Antero, para que iniciasse connosco o projeto do arquivo sonoro e a ideia era estabelecer conexões com o território e com as comunidades do centro histórico de Coimbra, onde nós estávamos. Este arquivo sonoro antecipou um pouco o que depois se veio a constituir como Serviço Educativo do Jazz ao Centro Clube”, recordou.

A partir de 2016, o arquivo sonoro passou a ter um mobiliário sonoro, fruto de uma parceria com o Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra, “permitindo uma interação com o público que, no ano seguinte, deu origem ao Dar a Ouvir”.

“É por isso que uma parte significativa do Dar a Ouvir é dedicada ao arquivo sonoro. Por outro lado, convidámos três artistas sonoros, a Joana de Sá, a Sara Pinheiro e o António Ramires, para remisturarem o arquivo sonoro”, referiu.

À Lusa, José Miguel Pereira explicou que estes artistas sonoros pegaram no material do arquivo, “com gravações de campo feitas em vários locais da cidade de Coimbra, e, a partir da sua prática artística sonora, construíram três espetáculos”.

“São estes três espetáculos que nos serão apresentados, em que usam esse material do arquivo e criam concertos através dele. Este é o centro do Dar a Ouvir, a que chamamos, por isso, Remix Coimbra”, indicou.

Quase todo o programa desta 7.ª edição do Dar a Ouvir decorre no Convento de São Francisco, na margem esquerda do rio Mondego, com exceção do último dia (18), que acontece no Salão Brazil, para celebrar o Dia Mundial da Escuta.

O Convento São Francisco acolhe ainda “uma peça muito importante”, que se divide em três atividades: uma instalação, um concerto e uma oficina, no âmbito do projeto CasaFloresta, um veículo de pesquisa, reflexão e criação artística em torno da floresta no Parque Natural da Serra da Estrela e sua envolvente, concebido por Joana Sá, Luís J. Martins, Corinna Lawrenz e Nik Völker.

“Dar a Ouvir. Paisagens Sonoras da Cidade” é um projeto desenvolvido pelo Serviço Educativo do Jazz ao Centro, em coorganização com a Câmara Municipal de Coimbra.

Mais de 40 concelhos de oito distritos em perigo máximo de incêndio

Mais de 40 concelhos dos distritos de Faro, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Viseu, Vila Real, Guarda e Bragança apresentam hoje perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA colocou também mais de 50 concelhos de Faro, Beja, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Portalegre, Leiria, Porto, Coimbra, Viseu, Guarda, Vila Real, Braga e Bragança em perigo muito elevado.

Outros concelhos de todos os distritos do continente estão hoje em perigo elevado de incêndio.

Devido ao tempo quente, o perigo de incêndio vai manter-se elevado pelo menos até terça-feira.

Este risco, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo e os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Desde o início do ano, as 4.182 ocorrências de fogo já afetaram 9.105 hectares de espaços rurais.

O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, com nebulosidade matinal no litoral oeste, vento do quadrante oeste, por vezes forte na costa sul do Algarve e nas terras altas e neblina ou nevoeiro matinal.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 14 (na Guarda, Viseu, Porto, Braga e Bragança) e os 21 (em Faro) e as máximas entre os 23 (no Porto) e os 33 (em Castelo Branco).

Obra de ampliação do Hospital de Aveiro com financiamento de 30ME do Portugal 2030

A obra de ampliação do hospital de Aveiro obteve um financiamento de 30 milhões de euros do Portugal 2030, anunciou hoje o ministro da Saúde, que espera que o concurso para a empreitada seja lançado em 2024.

“Reconhecemos que é necessário melhorar as condições de operação do atual hospital de Aveiro. Isso exige uma obra de ampliação que tem, finalmente, assegurado uma fonte de financiamento, que são os fundos do novo programa de apoio, o Portugal 2030”, afirmou Manuel Pizarro, em Aveiro, em declarações aos jornalistas.

O ministro, que inaugurou esta tarde a Unidade de Saúde de Eixo, adiantou que o concurso para o projeto de ampliação “está mesmo a finalizar”, esperando que no próximo ano seja possível lançar o concurso da empreitada.

A obra de ampliação do hospital de Aveiro “é muito importante”, referiu Pizarro, que lembrou que a empreitada é também “há muitos anos reclamada” pelos profissionais de saúde e pela região.

Questionado se os 30 milhões de euros de financiamento não eram insuficientes face ao valor total estimado do projeto de ampliação do hospital de Aveiro, de cerca de 130 milhões de euros, Pizarro destacou que este é “um belo começo”.

“Hoje, o que sabemos é que temos financiamento para arrancar e esse é o primeiro momento. As coisas não se fazem de um dia para o outro e o conjunto de investimentos [a realizar no hospital] tem também uma ambição que pode ser faseada. Aliás, faz parte do engenho deste projeto, ele permitir o faseamento da obra conforme forem reunidas as condições de financiamento adequadas”, observou.

Também em declarações aos jornalistas, o presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Ribau Esteves, destacou que esta é uma “boa notícia”, uma vez que já há o compromisso de os fundos comunitários financiarem a ampliação do hospital.

“Finalmente, andamos nisto há muitos anos”, salientou, lembrando a separação que existiu entre a componente hospitalar da ampliação da unidade de ambulatório e o processo do Centro Académico Clínico.

“No que respeita à componente hospitalar, estes 30 milhões são fundamentais para que, terminado o projeto, se possa lançar a primeira fase da obra”, referiu.

Ribau Esteves lembrou também os terrenos do antigo Estádio Mário Duarte, entretanto demolido e avaliado em 15 milhões de euros, que irão ser cedidos ao Ministério da Saúde para a componente hospitalar e à Universidade de Aveiro para o Centro Académico Clínico.

Quanto à possibilidade de a Universidade de Aveiro poder lecionar o curso de Medicina, Pizarro assegurou que o Ministério da Saúde tudo fará para que tal seja possível, face também à falta de médicos no país.

“Não há dúvida nenhuma de que Portugal necessita de mais médicos. É uma evidência que todos sentem e, se podem ser formados com proximidade e aqui em Aveiro, acho que seria uma boa notícia para a região”, observou.

Já o presidente da Câmara de Aveiro destacou que tal “tem de acontecer o mais rapidamente possível”.

“Tomada a decisão política do Governo de ter curso de Medicina isto tem de acontecer o mais rapidamente possível”, acrescentou.

Detido suspeito de esfaquear ex-companheira em Aveiro

A PSP deteve hoje, pelas 16:18, um homem suspeito de ter esfaqueado a ex-companheira, de 65 anos, na residência do casal em Aveiro, informou aquela força policial.

Em comunicado, a PSP esclareceu que após um telefonema a denunciar a ocorrência do crime, os agentes deslocaram-se para o local e detiveram o suspeito na posse de uma faca “ainda ensanguentada”, que alegadamente utilizara na agressão contra a vítima, momentos antes, no interior da residência, provocando-lhe “alguns cortes superficiais num braço e num dedo”.

Os Bombeiros Novos de Aveiro também foram acionados para o local, tendo prestado os devidos cuidados médicos à vítima, que não teve necessidade de receber tratamento hospitalar.

“No local, compareceram, também, a Brigada de Serviço Permanente (BSP) e a Secção de Polícia Técnica Forense (SPTF), ambas desta Polícia, para a devida gestão do cenário de crime e recolha de prova (foram apreendidas a faca e a camisola que o suspeito tinha vestida)”, refere a mesma nota.

Ainda segundo a PSP, o suspeito, de 65 anos, foi conduzido às instalações policiais, prevendo-se a sua apresentação ao Juízo de Instrução Criminal de Aveiro, na sexta-feira, para primeiro interrogatório judicial e conhecimento de possível medida de coação.

Cinco detidos em operação da PSP contra o tráfico de droga na região de Leiria

Cinco pessoas foram detidas numa operação da Polícia de Segurança Pública (PSP) contra o tráfico de droga na região de Leiria, no âmbito de uma investigação que permitiu a apreensão de droga, dinheiro e armas.

À agência Lusa, o comandante da Esquadra de Investigação Criminal de Leiria da PSP, André Antunes, explicou hoje que a operação, na quarta-feira, em Leiria, Marinha Grande, Mira de Aire e Fátima, “foi desencadeada no seguimento de uma investigação com dois anos por tráfico de estupefacientes”.

“Esta investigação teve uma metodologia parcelar, no sentido em que foi havendo ao longo destes dois anos diversas apreensões e também detenções”, afirmou, referindo que contribuíram para a sustentação probatória.

Na quarta-feira, foram feitas seis buscas domiciliárias e outras seis não domiciliárias, e detidas cinco pessoas, quatro homens e uma mulher, entre os 35 e 60 anos.

“A investigação permitiu, neste período, a apreensão de cerca 300 gramas de cocaína (1.500 doses), 250 doses de heroína, 520 doses de haxixe, 100 gramas de liamba e 50 doses de MDMA”, assim como “armas de fogo, elétricas e brancas, gases neutralizantes e munições”, adiantou o comissário André Antunes.

Foram também apreendidas duas viaturas, “artigos relacionados com o tráfico de droga, como balanças e produtos químicos para transformação do produto estupefaciente”, e mais de dois mil euros em dinheiro.

Sem profissão conhecida, os suspeitos “dedicavam-se à revenda e à venda direta ao consumidor na região de Leiria”, esclareceu este responsável, realçando que alguns já tinham sido detidos no âmbito deste inquérito e tiveram medidas de coação não privativas da liberdade, “sem que isso os coibisse de continuar nesta atividade”.

O comissário André Antunes notou que “parte da atividade de venda direta ao consumidor consubstanciava-se junto de habitações e estabelecimentos de ensino, o que gerava alarmismo e sentimento de insegurança junto da comunidade”, e acrescentou que “esse sentimento foi comunicado à PSP por vários cidadãos”.

O comandante da Esquadra de Investigação Criminal de Leiria da PSP disse acreditar que, “com o culminar desta operação, se possa ter devolvido tranquilidade e segurança públicas”.

Os suspeitos vão ser presentes na sexta-feira a primeiro interrogatório judicial.

Em comunicado distribuído posteriormente, a PSP disse que o “Comando Distrital de Leiria da PSP demonstra que continua a dificultar a atividade criminosa de quem se dedica às mais diversas tipologias criminais, reforçando o sentimento de segurança junto da população residente nestas regiões”.

Unidade de Saúde Familiar “Souto Rio” abre ao público

Nova unidade, que substitui a UCSP Águeda II, está a funcionar nas instalações do Centro de Saúde de Águeda

Abriu, ontem, ao público a nova Unidade de Saúde Familiar (USF) “Souto Rio”, no Centro de Saúde de Águeda. A cerimónia simbólica, que marca a transição da UCSP Águeda II para este novo modelo de funcionamento, incluiu uma visita às “modernas, espaçosas e qualificadas” instalações da nova unidade.

Esta USF fica instalada numa das alas do edifício do Centro de Saúde de Águeda, que está em obras de ampliação e reabilitação, neste momento em fase de conclusão e que serão inauguradas em breve, com a presença confirmada do ministro da Saúde, Manuel Pizarro.

Jorge Almeida, Presidente da Câmara de Águeda, salientou, a propósito da intervenção, que estas obras, a exemplo de outras que têm sido realizadas pelo concelho, refletem um “esforço financeiro importante” do Município na qualificação das instalações de saúde, no que considera que era uma falha do Sistema Nacional de Saúde. Um investimento por todo o território municipal para que as populações tenham acesso “a instalações modernas, confortáveis e dignas, para profissionais e utentes”, disse ainda.

O Centro de Saúde, quase concluído, as Unidades de Saúde de Travassô, Aguada de Cima, Mourisca e Fermentelos, entre outras, sem esquecer o serviço de urgências do Hospital de Águeda estão entre os “muitos exemplos” de investimentos realizados pelo Município para a prestação de cuidados de saúde de qualidade às populações. O Edil avançou que as obras no Hospital estão “concluídas e vão ser muito em breve inauguradas”.

“Vamos continuar este caminho que temos trilhado de forma acelerada e esperamos que o Governo nos dê meios para podemos avançar e fazermos o que os cidadãos esperam de nós, sem esmorecimentos nem distrações”, apontou Jorge Almeida.

Maria Paula Marques, coordenadora da nova USF, salientou precisamente este esforço que a Câmara de Águeda tem protagonizado na criação de condições para a prestação de cuidados de saúde. “O apoio e sensibilidade para as necessidades na área da saúde foram essenciais para melhorar a qualidade de trabalho de todos nós”, disse, frisando que a abertura da nova USF, que quer tornar “uma referência” e “um centro de excelência, onde a saúde e o bem-estar são prioridades absolutas”, representa “um esforço conjunto e um compromisso inabalável com a saúde”.

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