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Rua do Arsenal em Lisboa vai estar cortada ao trânsito durante um mês

A Rua do Arsenal, entre a Praça do Município e a Rua do Ouro, em Lisboa, vai encerrar à circulação rodoviária a partir de quarta-feira, situação que, previsivelmente, durará “um mês”, para requalificação do pavimento, anunciou hoje a câmara.

O corte do trânsito automóvel será na “Rua do Arsenal, no troço compreendido entre a Praça do Município e a Rua do Ouro”, e aplicar-se-á a partir de quarta-feira, 01 de março, e “pelo prazo previsto de um mês, para a realização de trabalhos de requalificação do pavimento”, informou a Câmara Municipal de Lisboa.

Em comunicado, o município explicou que esta intervenção se insere na requalificação do pavimento da Rua do Arsenal, Rua do Ouro e topo norte da Praça do Comércio.

“A intervenção abrange nesta primeira fase a Rua do Arsenal e, em fases posteriores, a Rua do Ouro e o topo norte da Praça do Comércio e consiste na substituição integral da base do pavimento que será reforçada para dar resposta ao fluxo rodoviário, com vista a dotar as vias de melhores condições de segurança de circulação”, adiantou a câmara, sob a presidência de Carlos Moedas (PSD).

De acordo com a autarquia, a realização dos trabalhos será faseada, de modo a reduzir os impactes no quotidiano dos cidadãos que habitualmente circulam nesta zona.

Nesta primeira fase, “as restrições rodoviárias terão apenas implicações na circulação dos transportes públicos”, referiu o município.

Durante o corte do trânsito rodoviário na Rua do Arsenal, os transportes públicos passarão a fazer os seguintes percursos: Sentido Cais do Sodré/Rossio — Av. Ribeira das Naus – Rua dos Arameiros – Rua da Prata – Rua de S. Julião – Rua da Madalena; Sentido Rossio/Cais do Sodré – Rua do Ouro — Praça do Comércio — Rua dos Arameiros — Av. Ribeira das Naus; Sentido Santa Apolónia/Cais do Sodré — Av. Infante D. Henrique — Praça do Comércio – Av. Ribeira das Naus — Cais do Sodré; e Sentido Cais do Sodré/Santa Apolónia — Cais do Sodré — Av. Ribeira das Naus — Praça do Comércio – Av. Infante D. Henrique.

Neste âmbito, a Câmara Municipal de Lisboa acrescentou que “o acesso a veículos de emergência, residentes e zonas de cargas e descargas estará sempre assegurado”.

Câmara de Coimbra acaba com Prémio Estação Imagem na cidade

A Câmara de Coimbra decidiu não dar continuidade, por falta de fundos, ao apoio à realização do Prémio Estação Imagem, festival de fotojornalismo que se realizava na cidade desde 2018, afirmou hoje o presidente do município.

Um corte de seis milhões de euros [no orçamento, face à crise e à guerra na Ucrânia] tem consequências. Não queremos cortar nos SMTUC [Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra], nos apoios sociais. Temos de cortar em algumas áreas, nomeadamente, e infelizmente, na área da cultura, contra a nossa vontade e desejo”, disse José Manuel Silva, que falava aos jornalistas no final da reunião do executivo, em que foi confrontado pelo PS sobre o fim do apoio ao Estação Imagem.

O presidente da Câmara de Coimbra, eleito pela coligação Juntos Somos Coimbra (PSD/CDS-PP/Nós,Cidadãos!/PPM/Aliança/RIR/Volt), referiu que a autarquia “não tem condições”, tendo sido necessário fazer escolhas e “cancelar alguns eventos” face ao impacto da crise e da inflação no orçamento municipal.

Já na semana passada, José Manuel Silva tinha afirmado que Coimbra, ao contrário do que tinha acontecido em 2022, não iria receber a superespecial do Rali de Portugal, também pelas mesmas razões.

Durante a reunião do executivo, a vereadora socialista Carina Gomes criticou “a destruição de mais um evento cultural consolidado em Coimbra”, referindo-se ao Estação Imagem, considerando-o um festival “único na Península Ibérica, de qualidade crescente” e que levou até à cidade “fotojornalistas de todo o mundo”.

“Até ao momento, em menos de um ano e meio, acabou com a Feira Cultural de Coimbra, substituindo-a apenas pela Feira do Livro, sem nunca ter reposto, como prometeu, as outras componentes da Feira, acabou com a Mostra de Estátuas Vivas, com a Exposição de Espantalhos e, agora, destruiu o Prémio Estação Imagem”, recordou a vereadora na oposição.

Carina Gomes alegou ainda que um dirigente do município comunicou a decisão à organização do Estação Imagem, com a justificação de que o executivo anterior, do PS, teria deixado “um buraco de 13,5 milhões de euros”, que “é mentira”.

A vereadora frisou que o PS deixou a Câmara de Coimbra “com as contas equilibradas e com uma capacidade de endividamento de cerca de 20 milhões de euros”.

Na mesma reunião do executivo, o presidente da Câmara de Coimbra informou que um parecer prestado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) concluiu que a empresa responsável pela construção do Centro Olímpico de Ginástica de Coimbra terá de pagar as taxas urbanísticas associadas ao processo, depois de as obras não terem avançado por a empresa ter recusado pagar essas taxas.

O projeto, que chegou a ser chumbado pela oposição em janeiro de 2019, no anterior executivo liderado pelo PS (então minoritário), não avançava face a um diferendo entre a Câmara Municipal de Coimbra, hoje com maioria da coligação Juntos Somos Coimbra, e a empresa concessionária, Supera Areeiro.

A empresa, que teve o licenciamento diferido em agosto de 2021, recusava-se a pagar as taxas urbanísticas de 267 mil euros e de apresentação de uma garantia bancária de 112 mil euros.

A concessionária argumentava que, não sendo titular do terreno e do edifício (o terreno é municipal e o contrato de concessão dura 40 anos), não teria de pagar as taxas urbanísticas.

“O projeto foi licenciado e, com ou sem taxas, podia começar a construção, mas a Câmara tinha razão e a empresa tem de pagar taxas. Se a empresa quisesse, poderia ter pagado as taxas e nós devolveríamos caso o parecer fosse negativo. Se quiser construir, tem de pagar as taxas. É muito simples”, salientou o presidente da Câmara de Coimbra.

Plataforma da A23 e A25 acusa Governo reagenda protesto

A Plataforma P’la Reposição das Scut A23 e A25 decidiu hoje reagendar para o dia 20 de maio uma manifestação em Lisboa e apelou à participação da população, acusando o Governo de só oferecer “migalhas”.

“Quanto às populações o que queremos dizer, claramente, é que a solução está nas suas mãos. Ou lutam e podem ter resultados, ou não lutam e terão as migalhas que o Governo lhes quiser dar. Sim, porque o que o Governo nos propõe são absolutamente migalhas”, afirmou Luís Garra, porta-voz desta estrutura que agrega várias entidades de luta contra as portagens naquelas antigas Scuts [vias sem custo para o utilizador].

Luís Garra falava aos jornalistas após o conselho geral da Plataforma que foi realizado para analisar os resultados da reunião realizada sexta-feira com o ministro das Infraestruturas, a qual levou mesmo a suspender a “Embaixada da Beira Interior a Lisboa”, que esteve inicialmente marcada para dia 25 de fevereiro.

Todavia, afirmou hoje Luís Garra, a reunião realizada na sexta-feira “defraudou todas as expectativas” e o Governo não se comprometeu com a abolição das portagens, “nem sequer até ao fim da legislatura”.

Segundo Luís Garra, o ministro das Infraestruturas, João Galamba, apenas mostrou disponibilidade para propor ao grupo de trabalho intergovernamental uma atualização em 20% do desconto aplicado em 2021, na sequência de uma resolução da Assembleia da República.

A deliberação de então previa a aplicação de um desconto de 50%, mas a Plataforma sempre disse que o desconto ficou nos 30%, sendo que agora, segundo essa estrutura, o Governo estaria disponível para corrigir a situação, aplicando os 20% em falta, mas ficando muito longe da abolição.

“O que o Governo fez foi criar um número mediático”, apontou Luís Garra, referindo-se às declarações que os governantes têm feito sobre a matéria e reiterando que o fim dos pagamentos é “urgente” e “necessário”.

Por outro lado, também revelou que o Governo pediu àquela entidade contributos relativamente à mobilidade no interior, mas para as sugestões apresentadas receberam respostas como “vamos ver”, “vamos estudar” e “depende”.

Neste quadro, a Plataforma decidiu hoje reagendar para 20 de maio a ação em Lisboa e avisa já que, apesar de não fechar a porta ao diálogo, desta vez, não aceitará reuniões com o Governo que não sejam agendadas, pelo menos, até dez dias antes da manifestação e com conhecimento prévio da solução apontada pelo Governo.

Além disso, nos meses de março e abril vão ser realizadas sessões públicas de esclarecimento e debate em vários concelhos da Beira Interior, cujo calendário será divulgado oportunamente.

De 01 a 13 de maio também serão realizadas ações diversificadas em várias localidades e garantidamente na Covilhã, Fundão, Castelo Branco, Guarda e Seia.

A Plataforma P’la Reposição das Scut nas autoestradas A23 e A25 integra sete entidades dos distritos de Castelo Branco e da Guarda — a Associação Empresarial da Beira Baixa, a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Comissão de Utentes Contra as Portagens na A23, o Movimento de Empresários pela Subsistência pelo Interior, a Associação Empresarial da Região da Guarda, a Comissão de Utentes da A25 e a União de Sindicatos da Guarda.

Além destas, há várias outras entidades que estão representadas no conselho geral, que é um órgão consultivo.

A A23, também identificada por Autoestrada da Beira Interior, liga Guarda a Torres Novas (A1).

A A25 (Autoestrada Beiras Litoral e Alta) assegura a ligação entre Aveiro e a fronteira de Vilar Formoso.

Professores avançam com ações imediatas para suspender serviços mínimos

O secretário-geral da Fenprof anunciou hoje que as nove organizações sindicais vão avançar com ações imediatas para tentar suspender os serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral para a greve de quinta e sexta-feira, considerando tratar-se de “uma ilegalidade”.

Iremos avançar com dois tipos de ação imediata, para tentar que estes serviços mínimos sejam suspensos”, sublinhou Mário Nogueira, depois de o Tribunal Arbitral ter decretado serviços mínimos para as greves de professores convocadas pela plataforma de nove organizações sindicais para os dias 2 e 3 de março.

Numa conferência de imprensa, que decorreu ao final do dia em Coimbra, o secretário-geral da Fenprof mostrou-se surpreendido com o facto de o Tribunal Arbitral ter reunido para decidir sobre os serviços mínimos da greve, quando o Ministério da Educação, que os requereu, “desistiu deles”.

“Foi uma surpresa termos visto o decretamento destes serviços mínimos, que ainda por cima não são bem mínimos, porque são iguais àqueles que já estavam a ser decretados. São serviços mínimos que obrigam todos os professores a terem pelo menos três horas de aulas por dia, o que é uma coisa extraordinária””, acrescentou.

De acordo com Mário Nogueira, como a greve é de apenas um dia em cada escola – na quinta-feira nas escolas de Coimbra para norte e na sexta-feira de Leiria para sul — e não decorrem exames ou avaliações finais, não estão reunidos os pressupostos que preveem os serviços mínimos.

“Portanto, em nossa opinião, estamos perante uma ilegalidade. Uma ilegalidade, desde logo pelo facto de a própria entidade requerente ter desistido e o Colégio Arbitral ter reunido à mesma e ainda porque não são serviços mínimos a incidirem sobre aquelas atividades das escolas que a lei estabelece e identifica com clareza que têm serviços mínimos”, sustentou.

Aos jornalistas, o dirigente sindical garantiu que “esta ilegalidade” será combatida em tribunal.

“Vamos entregar nove ações, entre hoje à noite e amanhã [terça-feira] de manhã, que se vão dividir entre a apresentação de intimação para proteção de direitos, liberdades e garantias, ao abrigo do artigo 109 do Código de Procedimento dos Tribunais Administrativos, com o objetivo de poder suspender estes serviços mínimos; e outras organizações irão entregar providências cautelares”, concretizou.

Para além disso, as nove organizações sindicais irão também entregar, em conjunto, uma ação em tribunal contra os serviços mínimos, recordando que o Ministério da Educação perdeu no Supremo Tribunal de Justiça, em 2018, numa ação semelhante.

Mário Nogueira vincou que a greve se irá manter, porque o que está em causa é muito mais que a questão dos serviços mínimos e o Governo “não está a dar respostas” às reivindicações dos professores.

“As manifestações vão manter-se, mas em novas datas: no dia 04 [de março] no Porto e a 11 [de março] em Lisboa”, informou.

Nesta ocasião transmitiu ainda que as nove organizações sindicais irão reunir, em Lisboa, na manhã do dia 07 de março, transmitindo depois, durante a tarde, “o que fazer a seguir”.

3ª Gala do Desporto da Lousã distinguiu Atletas, Clubes e Associações Desportivas

Qualidade dos atletas e dos resultados obtidos estiveram em evidência no Sábado à noite

A Câmara Municipal da Lousã organizou, no passado sábado, dia 25, a 3ª edição da Gala de Desporto da Lousã.

O evento, que contou com a apresentação do Lousanense Nuno Rodrigues e decorreu no Parque Municipal de Exposições, distinguiu 460 atletas, Clubes e Associações Desportivas do Concelho, pelas suas conquistas nos anos de 2020, 2021 e 2022.

Para o Presidente da Autarquia, Luís Antunes, “distinguimos nesta Gala o mérito e os resultados daqueles que muito têm contribuído para prestigiar o Concelho com as suas conquistas”. Luís Antunes continuou reconhecendo o “muito trabalho, compromisso, dedicação, resiliência e superação que estão na base de todas as conquistas”.

O Presidente da Câmara da Lousã concluiu afirmando que “num Concelho de média dimensão, é muito estimulante verificar a diversificada oferta desportiva existente, assim como o dinamismo e qualidade do trabalho realizado por Clubes e Associações” e que a Autarquia irá continuar a “apoiar e acompanhar as necessidades e ambições das Associações e atletas do Concelho”.

Para além das várias homenagens devido aos resultados nas competições, escolares, universitárias, regional, nacionais e internacionais, nesta Gala foi ainda distinguida a participação de Gabriel Lopes, nos Jogos Olímpicos “Tóquio 2020”.

A Gala foi abrilhantada com as atuações da Academia “Hora Bolas” e do músico Lousanense, Mário Ventura, tendo lotado o Parque Municipal de Exposições.

Um domingo de história para o CABRIL! 

No passado domingo, dia 26 de fevereiro, realizou-se o segundo de três torneios da Liga de Clubes da 2ª Divisão, no Pavilhão Jorge Anjinho, em Coimbra.

Esta é uma prova que revolucionou o Campeonato Nacional de Equipas Mistas, promovendo mais encontros de equipas, descentralizados por todo o país, que apaixonou os que a disputaram e cativou mais adeptos através de uma divulgação sem precedentes nas redes sociais de uma competição nacional de Badminton.

Mais uma vez, o CABRIL-Serpins marcou presença neste evento desportivo, com uma comitiva constituída por dez atletas seniores e um árbitro.

Como habitual neste formato competitivo, deu-se início à primeira série de encontros entre clubes após a cerimónia de abertura, que consiste no desfile e apresentação de todos os clubes em competição. Este é um momento sem dúvida relevante e prezado por todas as esquipas uma vez que têm a possibilidade de erguer ao peito o seu clube e fazer o tão aguardado “grito”, em que transparecem o poder e a ligação da sua equipa.

Tal como seria de esperar, as cores do CABRIL-Serpins não poderiam ter sido melhor representadas, e a força, garra e postura vencedora foram bem visíveis nesse momento tão aguardado, não só pelos atletas que levavam ao peito o símbolo do clube, mas também por todos os apoiantes do outro lado do ecrã, que acompanhavam em direto todas as provas com o coração nas mãos, a torcer pelo CABRIL.

Os nossos atletas defrontaram duas equipas ao longo do dia, tendo o primeiro encontro sido disputado por volta das 10 da manhã contra o Clube Stella Maris (CSM). Face à maior experiência dos jogadores de excelência pertencentes a este clube, os nossos atletas foram derrotados por 5-0, após os atletas de Peniche levarem a melhor nas 5 provas disputadas: singular homem, singular senhora, par homem, par senhora e par misto.

No entanto, reconhecendo que o encontro seria uma oportunidade de adquirir experiência com atletas de nível superior, a comitiva não baixou os braços em nenhum momento. Dessa forma, pela primeira vez, o clube conseguiu vencer um set a estes jogadores de um nível superior, como foi mencionado anteriormente.

Esta vitória permitiu que os nossos atletas ficassem mais motivados e a acreditar nas suas capacidades desportivas para o próximo encontro, às 14 horas da tarde. Este foi um momento histórico, demonstrando que o rigor e a garra dos atletas do CABRIL está a qualquer nível.

Seguidamente, os nossos atletas jogaram o segundo encontro do dia, contra o clube Universo dos Mistérios Associação Cultural (UMAC), sediado em Estômbar. Neste segundo confronto, os nossos atletas conseguiram um feito histórico para o nosso clube: venceram o primeiro encontro nesta jornada na Liga de Clubes! Foi um confronto disputado em que o CABRIL-Serpins venceu por 5-0!

Este é, sem dúvida, um resultado de destaque que constitui um orgulho imenso para todos os integrantes do clube, desde a equipa técnica, aos elementos da direção, amigos, patrocinadores oficiais e restantes atletas que acompanharam de perto toda esta experiência recheados de orgulho na equipa Serpinense.

Desta forma, esta vitória marcante revelou que não só os atletas do CABRIL-Serpins possuem grande qualidade técnica, física e tática, como são capazes de vencer numa das mais importantes competições do badminton nacional onde entram em jogo alguns dos melhores jogadores portugueses.

Não obstante, é importante destacar que este circuito competitivo é de facto muito exigente, repleto de atletas muito experientes na modalidade, pelo que, a performance de toda a comitiva do CABRIL esteve sem sombra de dúvidas à altura do desafio.

Desta forma, todos os membros do clube, especialmente os atletas seniores que o representaram neste primeiro momento de competição da Liga, ficaram muito orgulhosos e felizes pelo feito nunca antes alcançado: ganhar um set e encontro a atletas de maior nível!

Mónica Sintra e Herman José no Festival do Arroz e da Lampreia em Montemor-o-Velho

Mónica Sintra e Herman José atuam no Festival do Arroz e da Lampreia em Montemor-o-Velho, que se realiza de 10 a 19 de Março. Conheça aqui o programa completo.

ÁGUEDA: Suspeita de Crime. Homem de 82 que esteve desaparecido 5 dias encontrado sem vida e nu da cintura para baixo, sem sinais de rigidez cadavérica.

A TVC avançou ontem em primeira mão, que tinha aparecido morto, em Valongo do Vouga, Águeda, junto à viatura que conduzia, João Seabra, de 82 anos.

Podemos igualmente avançar em exclusivo que se suspeita de crime, já que o corpo foi encontrado, sem rigidez cadavérica e nu da cintura para baixo. A inexistência de decomposição, a posição (de costas para cima), sem qualquer marca existente decorrente da morte, acrescido do facto de se encontrar totalmente despido da cintura para baixo, são fortes indícios de crime. Aguarda-se agora pelo resultado da autopsia para se saber a verdadeira origem da morte.

A viatura e o local foram alvo de perícias policias e o caso, por se tratar de eventual homicídio, está entregue à Polícia Judiciária.

Sabe ainda a TVC que aquele local, não sendo de difícil acesso, já tinha sido “batido” pelas autoridades ao longo da semana. Também alguns populares afirmam que é impossível que João Seabra, ali possa ter estado estes dias todos, dado ser local de passagem com alguma regularidade, por isso, impossível não ter sido detetado antes.

João Seabra, de 82 anos, terá saído de casa, na madrugada da passada segunda-feira.

Ao início da manhã terá telefonado para o 112, revelaram as autoridades à TVC. Apesar da chama para o número nacional de emergência, não foi localizado.

Só na manhã deste sábado, 25 de Fevereiro e cinco dias depois do desaparecimento do homem, foi ouvido a sobrevoar Valongo do Vouga um helicóptero da Força Aérea Portuguesa.

Amigos e conhecidos da vítima contaram à TVC em direto, que se tratava de um homem calmo e muito amigo do seu amigo”.

Já durante a tarde de quarta-feira, dia 22, a Junta de Freguesia de Avelãs de Caminho, onde residia o homem, apelava nas redes sociais aos cidadãos para disponibilizarem um drone para efetuar as buscas por via aérea.

A TVC sabe que estes meios já tinham sido oferecidos por um empresário da região às autoridades, que recusaram indicando na altura que já tinham um drone na operação de busca e resgate de pessoas.

O homem sofria de uma doença e pediu ajuda ao INEM, que nunca chegou a tempo de o salvar.

FEIRA DE MARÇO em Aveiro 2023

A maior mostra económica da Região Centro e um dos maiores parques de diversão do país abrem ao público no dia 24 de março. Mais de duas centenas de empresas e 24 associações do Município de Aveiro estão envolvidas na Feira de Março 2023, que decorre até ao dia 25 de abril no Parque de Feiras e Exposições de Aveiro.

Este ano o certame volta a dividir-se nos tradicionais setores de exposição, comercial e de diversão. No setor de exposição participam mais de 100 empresas, divididas pelas áreas da medicina, automóvel, cosmética, mobiliário, imobiliário, eventos, construção civil, fotografia, produtos ortopédicos, energias renováveis, climatização, decoração, automatismo, entre outras.

O setor comercial (na zona exterior) apresenta 65 empresas/expositores das áreas de restauração, charcutaria, doçaria, farturas, loiças tradicionais, pronto-a-vestir, artesanato, entre outros. Por sua vez, o setor de diversão, um dos maiores parques de diversão do país, apresenta 50 divertimentos, num total de 217 empresas presentes.

Há 11 grandes concertos na Feira de Março: LOOKALIKE (24 de março); BÁRBARA BANDEIRA (25 de março); C4 PEDRO (31 de março); DOMINGUES (01 de abril); QUIM ROSCAS & ZECA ESTACION NCIO (07 de abril); EMANUEL (08 de abril); SONS DO MINHO (10 de abril); LUÍZA SONZA (14 de abril); TRIBUTOS (15 de abril); T-REX (21 de abril); CHICO DA TINA (22 de abril); São os 11 grandes concertos da edição deste ano.

Os espetáculos vão realizar-se na Tenda da Música e terão início às 22h00, com exceção feita ao espetáculo, na segunda-feira de Páscoa, que tem o seu início marcado para as 16h00.

A presença das associações volta a ser acarinhada nesta edição. Mais de duas dezenas de associações do Município de Aveiro vão estar presentes no certame. Em destaque vão estar os ovos-moles, com a presença da APOMA – Associação Portuguesa dos Ovos Moles de Aveiro.

A entrada gratuita aos domingos revelou-se um dos sucessos das últimas edições. Assim, a medida vai repetir-se este ano, transformando este dia num verdadeiro encontro de famílias e amigos.

A entrada é paga nos dias dos concertos, sendo o valor do bilhete de €3,00, com exceção do dia 14 de abril, da artista internacional, cujo valor será de €6,00. As crianças até aos 10 anos, inclusive, não pagam bilhete.

A edição de 2023 aposta numa divulgação massiva, através do site oficial da Feira de Março (www.feirademarço.pt), bem como da página de Facebook (https://www.facebook.com/ FeiradeMarcoOFICIAL) e da página no Instagram (@FeiradeMarcoOFICIAL) onde será possível acompanhar todas as notícias do evento e onde estarão representados todos os Parceiros, Expositores e Programa geral desta edição.

Mota Pinto vai retomar mandato de deputado eleito por Leiria

O ex-líder da bancada do PSD Paulo Mota Pinto vai retomar o seu lugar de deputado na próxima semana, depois de cinco meses e meio de suspensão de funções, disse à Lusa fonte do grupo parlamentar.

Mota Pinto tinha pedido a suspensão do mandato por cinco meses em meados de setembro e, a meio de fevereiro, pediu um prolongamento dessa suspensão por mais duas semanas, prazo que terminou em 24 de fevereiro.

Na sexta-feira, o professor universitário e antigo juiz do Tribunal Constitucional (1998-2007) comunicou à direção da bancada social-democrata e ao presidente da Assembleia da República o seu regresso na próxima semana.

De acordo com o estatuto dos deputados, a suspensão temporária do mandato por motivos de natureza familiar, pessoal, profissional ou académica só pode ocorrer por um período de seis meses por legislatura, prazo após o qual o parlamentar tem de retomar funções ou renunciar definitivamente.

Paulo Mota Pinto. eleito por Leiria, exerceu funções de presidente da Mesa do Congresso e Conselho Nacional do PSD durante toda a liderança de Rui Rio (2018-2022), de vice-presidente do PSD sob a liderança de Manuela Ferreira Leite e foi deputado na XI e XII legislaturas, além da atual.

Em abril do ano passado (quando já era certa a saída de Rio, mas Luís Montenegro ainda não tinha sido eleito presidente do PSD), Mota Pinto foi candidato único à liderança parlamentar social-democrata, e conseguiu 94% de votos favoráveis.

Menos de três meses depois, em 30 de junho, um dia antes do início do Congresso do PSD que consagrou a nova direção, Paulo Mota Pinto anunciou que iria convocar eleições antecipadas para a direção da bancada por ter sido informado por Luís Montenegro que pretendia mudar a liderança do grupo parlamentar.

“Estava disponível para exercer o mandato e para colaborar, para me articular, com a direção do partido”, assegurou, então.

O seu sucessor na liderança da bancada do PSD, Joaquim Miranda Sarmento, viria a ser eleito em 13 de julho com 59% dos votos da bancada.

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